ET, AT2 – Refletindo a Modernidade

Esta atividade tem como objetivo encerrar o tema “Modernidade”. Para isso, reproduzimos logo abaixo uma citação de Karl Marx, um dos principais autores modernistas do século XIX, e um quadro de Tarsila do Amaral, uma das mais importantes pintoras brasileira do Movimento Modernista. Os alunos deverão refletir sobre a citação e o quadro para, em seguida, responderem a questão proposta:

1. Citação:

Ao invés das antigas necessidades, satisfeitas pelos produtos nacionais, surgem novas demandas, que reclamam para sua satisfação os produtos de regiões mais longínquas e de climas os mais diversos. No lugar do antigo isolamento de regiões e nações auto-suficientes, desenvolvem-se um intercambio universal e uma universal interdependência das nações. E isto se refere tanto à produção material como à produção intelectual. As criações intelectuais de uma nação tornam-se patrimônio comum. A estreiteza e a unilateralidade nacionais tornam-se cada vez mais impossíveis; das numerosas literaturas nacionais e locais nasce uma literatura universal.

Com o rápido aperfeiçoamento dos instrumentos de produção e o constante progresso dos meios de comunicação, a burguesia arrasta para a torrente da civilização todas as nações, até mesmo as mais bárbaras. Os baixos preços de seus produtos são a artilharia pesada que destrói todas as muralhas da China e obriga à capitulação os bárbaros mais tenazmente hostis aos estrangeiros. Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraçar a chamada civilização, isto é, a se tornarem burguesas. Em uma palavra, cria um mundo à sua imagem e semelhança. (Karl Marx, Manifesto Comunista de 1848, grifo nosso)

2. Quadro – “Operários” (1933) de Tarsila do Amaral

Questão:

Levando-se em consideração os debates que realizamos em sala de aula e os textos postados neste Blog, relacione a citação de Karl Marx com o quadro de Tarsila do Amaral. Não deixe de considerar os diferentes contextos dos autores e tente perceber o que há de comum entre a citação e o quadro em relação a Modernidade.

Recomenda-se uma pesquisa sobre o Movimento Modernista brasileira antes de responder esta questão.

* * *

Período para realização desta atividade: 15/03 a 23/03

Competências e Habilidades avaliadas nesta atividade: Relacionamento de ideias e Construção de conceitos (clique aqui caso tenha dúvidas e leia o item 5)

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167 respostas a ET, AT2 – Refletindo a Modernidade

  1. Caio Prado - nº08 - 2ºB diz:

    Marx faz uma crítica a globalização e unificação de ideais. E o quadro da Tarsila do Amaral nos mostra essa diversificação entre as nações. Um completa o outro, Marx mostrando a unificação e Tarsila desenhando,unindo povos e etnias. Nota-se no quadro as diferenças,pois nele estão presente negros,brancos,pardos e até mesmo mulheres, unificando diferentes classes sociais.

  2. João diz:

    Guiado por um pensamento moderno, o quadro de Tarsila do Amaral junta, num mesmo cenário, pessoas de diversas raças e, aparentemente, de diferentes classes sociais. Num fenômeno explicado por Marx, essa seria a necessidade criada pelo capitalismo, conquistar o máximo de seguidores para a consolidação desse sistema. Todos trabalhando por um só, girando em torno do lucro e do suposto desenvolvimento.

    (Festi, não sei se ainda está valendo alguma coisa, mas me esqueci do prazo e só estou respondendo hoje, segunda, dia 26… me desculpe, e obrigado!)

    João Paulo – Nº 18 – 3º A – Bentão

  3. Sofia Siquinelli,nº33, 2ºD - etecap diz:

    Na citação de Karl Marx é retratado a rapidez da ascenção do novo sistema implantado pela burguesia ,acarretando a necessidade das nações em trocar informações e viverem interligadas entre si para se inovarem cada vez mais.Entretanto,a sociedade se tornou cada vez mais homogeneizadas,perdendo seus costumes e tradições.
    A obra modernista de Tarcila do Amaral da ênfase as diferenças étnicas e físicas(típico do intercâmbio universal citados por Marx) ,mas é perceptível as feições apáticas e desanimadas de cada operário,graças a monotonia diária

  4. Tainara n°34 2°D ETECAP diz:

    O quadro e a citação mostram a realidade de que todas as etnias e culturas diferentes foram obrigadas a se sujeitar ao sistema que estava sendo aplicado, perdendo suas individualidades. Também mostra que o intercâmbio cultural que havia surgido na época fez com que todos, de uma forma ou de outra, acabassem sendo interligados pelo modo de produção.
    Tanto o quadro quanto o texto mostram que a globalização começa a surgir, juntamente com o Capitalismo, subjugando as pessoas a sua vontade.

  5. Amanda Beltrão da Cunha Pevidor Carvalho, nº2, 2ºC, ETECAP diz:

    A citação de Karl Marx, tirada de seu livro “Manifesto Comunista”, de 1848, retrata a consolidação do modernismo na Europa, que, desde a revolução francesa, no fim do século XVIII, tomava forma. Em 1848 a Europa foi tomada por diversos movimentos revolucionários, que visavam o fim do absolutismo e da desigualdade social e exploração que faziam parte desse regime. Com a industrialização crescente, a burguesia ganhava poder e importância social e política. Com os movimentos revolucionários que se iniciaram em Paris e teve grande aderência nos grandes centros urbanos por parte não só dos burgueses, mas dos operários e até dos camponeses, que viviam mais afastados dos grandes centros urbanos, a burguesia tomou o poder e criou o Estado, implantando uma democracia capitalista na Europa. Também no ano de 1848 foi lançado o livro “Manifesto comunista” de Karl Marx, que é de muita importância até os dias de hoje. Karl Marx aborda em seu livro essa passagem na monarquia para o capitalismo e essa consolidação da modernidade, o que estava ocorrendo exatamente no período em que ele escreveu. Marx aborda também a interdependência das nações, uma vez que a economia dessas estabelece uma ligação, e, todos os avanços tecnológicos e intelectuais passam a ser “públicos” visto que uma nação depende da outra para não ser arruinada.
    O movimento modernista no Brasil teve seu marco inicial em 1922, com a Semana de Arte Moderna, onde artistas de todos os gêneros e intelectuais se reuniram por ocasião do centenário da independência. Os participantes do evento propuseram uma mudança no padrão estético da arte. A intenção era criar um estilo novo, tipicamente brasileiro, visavam a independência cultural do Brasil em relação à Europa.
    Tarsila do Amaral, a qual pertence o quando “Operários” não fez parte da semana de arte moderna, porém, o papel dessa artista no movimento modernista foi de grande importância. O quadro “Operários” foi pintado em uma época em que Tarsila estava ligada ao comunismo; logo depois de uma viagem a URSS onde a artista participou de reuniões do partido comunista brasileiro. Assim, seu quadro retrata a situação sócio-política brasileira do início dos anos 30, ou seja, a industrialização, a consolidação do capitalismo industrial e a formação de uma classe de trabalhadores explorada e marginalizada. Nos quadros de Tarsila, a indústria e os elementos que a compunham eram o símbolo da modernidade.
    Assim, concluímos que a semelhança entre o quadro “Operários” de Tarsila do Amaral e a citação de Karl Marx, tirada de seu livro “Manifesto Comunista” é que tanto um como o outro retratam o surgimento e a consolidação do modernismo em seus respectivos países, (ou, no caso de Marx, continente). Tanto Marx como Tarsila retratam a vitória da burguesia e o regime por ela implantado. É retratada também a industrialização. Porém, há uma diferença entre as obras dos dois. Tarsila defende um estilo artístico e cultural tipicamente brasileiro, independente das outras nações, enquanto Marx, em sua citação, diz que a cultura e os avanços intelectuais que antes pertenciam a cada nação, se tornaram universais, ou, patrimônios comuns.
    Podemos dizer então que a semelhança entre as obras de Tarsila do Amaral e Karl Marx é que estas retratam o mesmo período e estão de acordo com as características políticas e sociais deste, porém, entram em desacordo quanto às características culturais.

  6. Matheus Clude, Nº29, 2ºA - ETECAP diz:

    Marx fala a respeito das novas necessidades humanas, critica a globalização e fala do aperfeiçoamento do capitalismo.
    já o quadro mostra o sofrimento do povo que trabalha nas industrias, mostra o cansaço e o abatimento dessas pessoas.
    Os dois mostram que o capitalismo esta acabando e explorando a sociedade, e que esta cada vez mais forte.

  7. Nicole Gui, n° 31, 2° E, etecap. diz:

    Marx diz que já não existe mais uma nação isolada, os produtos internos de uma região não satisfazem mais sua população que é muitas vezes atraída pelos baixos preços dos produtos que vem de fora que nem sempre tem boa qualidade. E não só material como intelectual, a cultura dos países foi se modificando, se adaptando com a de outros lugares. Com o aumento da produção os operários tiveram que trabalhar mais, e ficavam cada vez mais cansados, e o salário, ao contrario, continuava o mesmo ou as vezes era até diminuído…

  8. Victor Ribeiro Lopes, n° 39, 2°E, ETECAP diz:

    O mundo moderno nos abriu os olhos para o mercado internacional, tanto material quanto cultural-filosofico, nada do que é produzido ou pensado num determinado pais é de seu patrimonio, é, sim, de um patrimonio universal, segundo Marx. A nação não é mais isolada, original. Assim como há a intervenção da sua nação em outras, há muito mais dessas inumeras outras na sua.
    Refletindo desse modo, chego a conclusao que Tarsila quis demonstrar isso ao representar trabalhadores de diferentes etinias e culturas numa mesma fábrica, representando a “miscigenação” de culturas e de produção.

  9. Carolina Gabetel Barbosa n°02 2°E ETECAP diz:

    Marx em sua citação fala que nao existe mais apenas uma cultura, mas sim uma universal onde a burguesia cria um mundo de acordo com seus principios, a burguesia dita o “certo e errado”, uma sociedade moldada segundo a burguesia, onde nada consegue conter os baixos custos de seus produtos, e para conseguir tais produtos precisam de fabricas e pessoas trabalhando nelas, entretanto para os produtos terem baixos custos, tais trabalhadores sao extremamente explorados, o que a quase cem anos depois Tarsila do Amaral retrata em sua obra, trabalhadores de diversas etnias e Raças. A elação entre o quadro e a citação de Marx ‘e como causa e consequencia, Marx cita as causas e Tarsila mostra as consequencias, operarios explorados, insastisfeitos, cansados, consequencia de seu trabalho sendo tambem consequencia da vida moderna.

  10. francielle martines nº 07 2ºE ETECAP diz:

    segundo Karl Marx, o constante progresso dos meios de comunicação tem tido uma evolução, de todas as formas possíveis, deixando isso de uma forma mais globalizada, desde as classes mais simples ate as mais importantes e isso acaba afetando a economia do país, do mundo.
    e o no quadro de Tarsila do Amaral mostra essa questao da igualdade e a necessidades de cada profissional em sua area, sendo eles, os simples operarios, ate mesmo os de cargo mais elevado.
    “Os modernistas ridicularizavam o parnasianismo, movimento artístico em voga na época que cultivava uma poesia formal. Propunham uma renovação radical na linguagem e nos formatos, marcando a ruptura definitiva com a arte tradicional. “

  11. Stephani Cristine, nº 36, 2ºE - ETECAP diz:

    Karl crítica a burguesia que só visava o lucro e queria várias pessoas juntas por um mesmo objetivo e não se importavam com a identidade ou de onde viam, e para o objetivo ter sucesso foi necessária a globalização e a padronização das pessoas, Tarsilha do Amaral ilustra isso com pessoa de diferentes etnias unidas em um local (fábrica) para um objetivo em comum, mas perdendo sua própria identidade e junto de tudo há a exaltação da máquina e a depreciação da pessoa.

  12. Bruna de Souza n 07 2D Etecap diz:

    O quadro e a citação falam sobre as pessoas de diferentes tipos, etnias, culturas, que precisam sujeitar-se ao sistema para suprir suas necessidades, e com isso os burgueses aplicam a mais valia, obrigando a todos a servirem esse sistema capitalista, e igualando a sociedade a eles.

  13. Flávia Navakoski, nº45, 2ºC, ETECAP diz:

    Marx critica que estamos seguindo os cotidianos, nos tornando apenas mais um alvo para o capitalismo, pois trabalhamos juntos com todos, e tentamos ter uma vida ali, com a vida controlada por burgueses, que fez o pensamento deles fazer parte do cotidiano.Tarsila mostra as diferenças das etnias, de lugares diferentes e de formas de vida diferente, e ao mesmo tempo mostra todos fazendo o mesmo trabalho, sendo que sejam nada diferentes uns dos outros, visto pelo capitalismo, não tendo escolhas, trabalham pela renda.

  14. Stephani Cristine, nº 36, 2ºE - ETECAP diz:

    Karl Marx critica a globalização e o capitalismo, essa união só ocorreu devido a necessidade da burguesia de unir diversos povos e culturas diferentes para um mesmo objetivo, e graças a industrialização dos países, a burguesia subiu cada vez mais ao poder e promoveu a exaltação a maquina e não a pessoa, além da padronização dos costumes.
    A Tarsilha do Amaral ilustrou a citação de Marx, pois colocou diversas etnias juntas, mas ao mesmo tento todos estão praticamente iguais e todos unidos pelas máquinas.

  15. Fabio Henrique, Nº 41, 2ºE ETECAP diz:

    Marx queria dizer que hoje em dia as pessoas não se contentam com os seus produtos internos assim havia a necessidade da troca de mercadorias com outros países o que pode ocorrer através da industria, Tarsila do Amaral reproduz vários operários e ao fundo a fabrica segundo a qual a minha visão sobre o texto de Marx poderia possibilitar essa “unificação” (globalização). O me fez pensar muito foi o fato de o texto de Marx ser escrito a 100 anos antes do quadro de Tarsila do Amaral mas os dois se completam de uma maneira como se fossem feitos de numa mesma data.

  16. Julia Ruimatta n°22 - 2°D diz:

    Tarsila do Amaral retrata em seu quadro “Os operários”, a mistura de etnias, a diversidade de culturas; todos voltados ao trabalho na indústria, movendo a base do sistema capitalista.
    Karl Marx refere-se a imposição da burguesia para que esse mundo globalizado, se unisse ao modo de produção capitalista, visando sempre o lucro.
    A relação do quadro com a citação de Marx, é de que pessoas de todos os lugares, se sujeitaram a esse sistema.

  17. Michelle n 36; 2C; Etecap diz:

    Ao olhar somente o quadro podemos ter diversas interpretações, porém ao ler juntamente a citação de Karl Marx nós deixa claro o que Tarsila do Amaral queria mesmo representar:
    a rápida mudança nos meios de produção impostos pela burguesia, onde pessoas de diferentes etnias, sem voz nenhuma, trabalhavam cada vez mais cansadas, (bem expresso no quadro), para acompanhar as condições que lhe eram impostas, para assim,aumentar a produção de acordo com as necessidades . Trabalhando muitas horas, sendo que uma parte do que é produzido fica para o burguês – mais valia.

  18. Mariane Brito, n° 27, 2° E, ETECAP diz:

    Em sua citação, Karl Marx mostra que a burguesia criou um mundo “á sua imagem e semelhança” pois para satisfazer suas necessidades as nações começaram a se relacionar, seguindo um certo padrão. O quadro de Tarsila é como uma ilustração para a citação de Marx, pois representa pessoas de diferentes culturas e etnias juntas trabalhando, buscando um salário para conseguir suprir suas necessidades, percebe-se na expressão das pessoas retradas na pintura que elas estão cansadas, infelizes, pois provavelmente as condições e trabalho eram as melhores.

  19. Gustavo Henrique Banin, número 13, 2°E ETECAP diz:

    A citação de Marx nos leva a refletir sobre a questão do monopólio burguês sobre praticamente tudo hoje em dia e mostra um ponto de vista diferente sobre a sociedade, trazendo a questão da coletividade, o que é totalmente contraditório à sociedade burguesa individualista. Marx apresenta em sua citação uma maneira alternativa de contentar a maior parte da população (excluindo a burguesia).
    Tarsila do Amaral mostra em seu quadro justamente o que Marx buscou deixar explícito em sua citação: a sociedade não é formada pela burguesia. No meu ponto de vista, as pessoas representadas no quadro somos nós, escravos do capital que é simbolizado por uma fabrica, localizada logo atras da massa operária que se encontra ali. Concluindo: Tarsila completa a citação de Marx de forma indireta, mas eficaz, nos mostra que a burguesia (minoria) controla o restante da sociedade (maioria). O que pertence à uma minoria da população, teoricamente teria que pertencer a maioria, de uma maneira coletiva, comum, mas infelizmente vemos nos jornais que é completamente o contrario.

  20. Janaina Konrath, nº15, 2ºA - ETECAP diz:

    Vivemos em mundo totalmente globalizado, onde tudo que quer ser conquistado, e na maior parte das vezes é, de maneira rápida, num piscar de olhos; onde há um intercâmbio universal e uma dependência universal entre as nações. Essa visão de um mundo totalmente interligado, encontra-se na citação feita por Karl Marx em 1848. Não encontrando mais a satisfação por produtos nacionais, houve a necessidade da conquista de produtos de locais distantes, deixando de lado a ideia de uma nação auto-suficiente.Com toda essa agilidade e rapidez dos meios de produção e de comunicação, a burguesia aproveitou-se para impor às nações o modo burguês de produção,ou seja, a se tornarem burguesas.

    Anos mais tarde, em 1933, a artista brasileira Tarsila do Amaral, realizou a pintura do quadro “Operários”. É perceptível a diversidade de culturas, de etnias (típicos do intercâmbio universal citados por Marx). Esses trabalhadores possuem feições de insatisfação , pois estão sujeitos à imposição da burguesia, tendo de se unirem para sobreviverem. Creio que estando também sujeitos à intensas mudanças, não somete em relação ao trabalho em si, mas também em questões que atingiam o lado pessoal; como Karl afirmou “E isto se refere tanto à produção material como à produção intelectual.”

  21. Bárbara n°05 2°A diz:

    Na citação de Karl Marx, observa-se uma avaliação sobre a rápida mudança nos meios de produção impostos pela burguesia. Segundo ele, isso se deve ao aperfeiçoamento dos instrumentos, e ao constante progresso dos meios de comunicação. Ele também cita que as nações auto-suficientes são tomadas pelo intercambio universal e uma interdependência das nações. Assim, ter a pequena classe de operários não era mais suficiente para abranger tais mudanças. A solução era integrar várias etnias a esta classe, e ditar-lhes o modo burguês de produção. E de certa forma isso criaria uma ”dependência”, o que é esperado, para manter o ciclo do capitalismo. No quadro de Tarsila do Amaral é isso que se observa: a mistura de etnias no meio operário, mas com a presença da monotonia. Já que as ”regras” são ditadas pelos burgueses, os operários trabalham apenas como máquinas, sem poder de expressão.

  22. Bianca - N°44 2°A - ETECAP diz:

    a burguesia impunha a sociedade daquela época a se adaptar ao capitalismo, e pessoas de diversas etnias, culturas,pensamentos tiveram que adotar esse modo de vida para acompanhar a modernidade.Karl Marx diz como a burguesia influenciou todos a ter um modo de produção em grande escala para sobreviver, e no quadro de Tarsila mostra todos em busca de união de diversas pessoas em busca do comércio.

  23. Vitor Hugo nº39 2ºA diz:

    Observa-se que Karl Marx expressa a união, indiferente da cor ou raça para a produção, sempre visando a mais-valia ou lucro para o capitalista.
    A obra de Tarsila retrata exatamente esta questão, observando-se diversos grupos de pessoas juntos, no contexto de globalização; a fabrica no plano de fundo remete exatamente ao objetivo dessa união: capital

  24. Breno José de C. S. Zanon, nº 05 , 3º A - Bentão diz:

    Na pintura de Tarsila do Amaral podemos observar pessoas de diversas etnias e culturas diferentes, todas se adaptando as mudanças na industria, com o rápido aperfeiçoamento das máquinas e etc… e na vida das pessoas de maneira geral, todas adaptadas e trabalhando como peças que fazem a máquina capitalista girar, as pessoas estavam presas a isso não tinha como fugir desse sistema, na minha opinião até hoje não tem.
    Breno José C. S. Zanon, Nº05
    3ºA – Bentão

  25. Karine Kochan de Macedo N°23 2°C ETECAP diz:

    No texto,Karl Marx fala de como a burguesia forçou o resto do mundo a se unir ao modo de produção em massa visando o lucro.
    E no quadro,Tarcila retrata pessoas de diferentes países,unidas pela industrialização e o capitalismo.

  26. João Guilherme, nº 43, 2º C, ETECAP diz:

    Na citação de Karl Marx ele disserta sobre a ideia de integração entre países para produção material e intelectual, o que já sugere o incio do processo de globalização presente atualmente, o que ajudou nesse processo foi o desenvolvimento de maquinas mais potentes e melhorias nos meios de transportes o que promove uma integração entre povos de todo mundo.
    Já na obra de Tarsila do Amaral ela busca mostrar os diferentes povos que imigraram para São Paulo para trabalhar nas Industrias, o que mostra uma integração entre povos de culturas diferente, o que promove uma intercambio cultural entre esses povos e a feição desses operários mostra descontentamento.
    Tanto Karl Marx como Tarsila do Amaral defendiam o Comunismo, e apresentavam os aspectos da sociedade capitalista mostrando os problemas desse sistema comandado pela classe Burguesa, entre as semelhanças dessas obras pode ser apresentado a integração cultural entre os operários e o descontentamento dos mesmos.

  27. Yasmin Martins Proença - nº 38 2ºB - ETECAP diz:

    Yasmin Martins Proença – Número 38!!

  28. Yasmin Martins Proença - nº 35 2ºB - ETECAP diz:

    A citação de Karl Marx fala do capitalismo, que através dele, criou-se um intercambio universal entre diversos grupos de pessoas, pois povos de diversas etnias começaram a se relacionar devido a esse avanço tecnológico do capitalismo. E com isso, a burguesia ”obriga” todos a adquirirem esse modo de produção burgues para acompanhar esse avanço tecnológico.
    No quadro de Tarsila Amaral podemos observar esse intercâmbio universal, pois pessoas de diferentes etnias se agrupam para realizar uma unica função: trabalhar em função do capitalismo.

  29. Ana Luísa Assunção, nº03 2ºC diz:

    Karl Marx relata os impactos sofridos na sociedade através do capitalismo, sendo uma das principais consequências, a globalização. As nações, antes isoladas, passam a ser interligadas e mantém uma relação muitas vezes de dependência, essas ligações acabam por se tornar fundamentais. Esse fenômeno é altamente impactante não apenas comercialmente, mas também em aspecto cultural, ocorre um tipo de “uniformização”. Segundo as críticas expostas por Marx na citação, é criado um padrão de sociedade pelos dominantes (burgueses) que buscam introduzir estes tais padrões por meio do domínio dos meios de comunicação e de produção, a sociedade de uma forma geral passa a ser resultado desse sistema e acaba a mercê daquilo que é imposto pelos poderosos.
    Já Tarsila do Amaral, que era integrada ao movimento modernista no Brasil, busca através de seu quadro justamente expor essas tais mudanças sociais, o fim da individualidade entre os países; retratando um dos maiores símbolos capitalistas, que é a fábrica, com pessoas de diversas etnias, indicando a conexão cultural e comercial que ocorreu entre as nações, resultantes das relações comercias, o que foi anteriormente citado por Marx.
    É interessante observar também, como os rostos dos trabalhadores são retratados no quadro, há uma clara expressão de cansaço, quem sabe, insatisfação… Seriam pelos mesmos motivos das insatisfações de Marx? Estariam eles também insatisfeitos pelas condições impostas pelos burgueses e pela tal “padronização”? Em minha análise pessoal, acredito que sim, que a pintora tenha tentado retratar também essa insatisfação.

  30. Carla Pasin nº 6, 2º C - ETECAP diz:

    A imagem de Tarsila do Amaral demonstra o que Marx coloca em palavras, o fato do aumento das necessidades da sociedade, de produzir o suficiente para suprir o mercado da sociedade moderna que se tornou mais exigente quanto aos produtos, e que já não se contenta com as facilidades, e assim acaba se tornando vitima de si mesmo, pois se sujeita ao trabalho, que une todos de forma igual para o fim da industria crescente.

  31. Lucas B. Schultz, N°26, 2°A - ETECAP diz:

    As duas obras falam sobre à globalização e uma diversidade étnica.
    Na citação de Marx, ele fala que essa mistura faz com que a produção material e intelectual se tornem comum. Na obra “Operários” de Tarsila do Amaral, ela expressa uma visão parecida, há essa diversidade étnica e todas estão ali exercendo a mesma função, tem o mesmo propósito.

  32. Vitória, nº40, 2ºA - ETECAP diz:

    Nações antes autossuficientes agora precisam interagir com outras para haver a troca de matéria-prima, trabalhadores, e, por fim, para garatirem a satisfação. A interação mundial é algo fundamental para a organização da sociedade burguesa. Como Marx escreveu: “(…) No lugar do antigo isolamento de regiões e nações auto-suficientes, desenvolvem-se um intercâmbio universal e uma universal interdependência das nações (…)”. Uma nação dependia da outra para funcionar e vice-versa.
    Mas creio que Marx questiona o patriotismo, pois a partir do pensamento dele “(…) Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraçar a chamada civilização, isto é, a se tornarem burguesas. Em uma palavra, cria um mundo à sua imagem e semelhança (..)”, a industrialização tem colocado uma certa desavença ao consumismo e ao comercio local, fazendo de nós, países reféns da industria internacional.
    Já no quadro “Operários”, Tarsila critica este novo modelo de sociedade quando pinta diversas etnias juntas com expressões de cansaço e tédio, que seriam as conseqüências desta nova forma de vida, onde se trabalha muito e se ganha pouco (mais valia).
    Há uma crítica do quadro com um trecho do argumento de Marx. A burguesia está sendo criticada pela expressão tediosa nos rostos. Mas, afinal, Marx mesmo havia dito: “(…) cria um mundo à sua imagem e semelhança”.

  33. Juliana Beijamim de Lima n°18 2E - Etecap diz:

    No texto Carl Marx cita como os países menos desenvolvidos foram obrigados a modernizar sua mão-de-obra para acompanhar o crescimento do mercado tanto interno quanto externo, pois com a facilitação da comunicação a burguesia começa a impor com preços mais baixos o que a população deve ou não comprar, fazer ou dizer. Muitas vezes nesse processo de modernização da indústria a população perdeu cultura e costumes regionais e isso passou despercebido em nome da produção que precisava ser suprida.
    No quadro operários de Tarcila do Amaral podemos notar o forte papel das indústrias e dos operários; não só nos quadros de Tarcila mais em grande parte da arte modernista brasileira apresentada na Semana de Arte Moderna onde foram retratados o crescimento industrial de São Paulo na década de 1920, a grande migração de estrangeiros e a urbanização.
    Em “Operários”podemos relacionar esse grande número de operários ao crescimento da indústria ( relatado por Marx) pois as fábricas precisavam de mão-de-obra barata ( começa a chegada de emigrantes com a promessa de um novo mundo onde há empregos para todos); assim também podemos notar a grande miscigenação de raças do povo brasileiro dentro da indústria porém todos são operários, tem as mesmas funções de trabalhos extremamente repetitivos. E assim acabou-se com qualquer tipo de trabalho artesanal para que o capitalismo ganhasse seu espaço e a burguesia impusesse, assim,de vez o mercado mundial.

  34. Iago Agrella Fancio N°15 2°E ETECAP diz:

    o texto que Karl Marx faz refere-se a grande globalizaçao que temos e sofremos quando nosso planeta se unificou em um mundo capitalista e Tarcila do Amaral representa tal fato quando mostra uma enorme quantidade de pessoas todas juntas todas elas diferentes umas das outras tendo algumas delas mais requintadas que outras mas todas juntas e Marx ve em seu tempo que este movimento que a burguesia causa era inevitavel a nao ser se mudasemos nosso sitema de vida.Esse fato que acontece é muinto interessante pois quase 100 anos antes de Tarcila retratar o quadro Marx ja sabia o rumo que o mundo levaria.

  35. Naomi Yonamine, nº 30, 2º E, ETECAP diz:

    Karl Marx afirma que não é mais suficiente a produção de cada nação isolada para se suprir, dada a necessidade de importação de produção – tanto material quanto intelectual – de outros países, afastando cada vez mais cada pátria da individualidade cultural. O processo que chamamos de globalização é considerado por Marx a construção de uma interdependência universal, cuja teia burguesa abrange até as nações mais bárbaras. Aqueles que não cederem ao processo de civilização correm o risco do fracasso por não seguirem o padrão burguês, e acabam por se tornarem também burgueses. Podemos encontrar uma relação entre todo este processo com o quadro da modernista Tarsila do Amaral; na obra, vemos um grupo de operários de várias etnias, mesclados e comprimidos, com o fundo de uma fábrica – possível referência à produção internacionalizada. Nos rostos de cada um dos indivíduos podemos perceber a fadiga e a insatisfação, remetendo à coação de integração à burguesia.

  36. Matheus Reis P. de Andrade nº35 2ºC ETECAP diz:

    Karl Marx faz uma critica ao Capital, ao desenvolvimento industrial, ao crescimento da burguesia as custas da mão de obra barata do trabalhador assalariado, que não podia comprar o que ele próprio produzia. Ele critica, o surgimento do Capitalismo,que explora o trabalhador de forma clara, enquanto elogia as regras do Comunismo . Bem como, situa historicamente, como a sociedade deixou de ser isolada, para ser mais universal, em outras palavras, globalizada.
    Tarsila, em sua obra, retrata toda a diversidade cultural e étnica, dos trabalhadores, o proletariado, que surgiu em função da necessidade de mão de obra nas industrias.
    Marx , em seu manifesto , tem um caráter politico, enquanto Tarsila, faz um manifesto artístico/ cultural, embora ambos atinjam os mesmos objetivos.

  37. Giovanna Trevisan Massera. n 15 - 3D ETECAP diz:

    Na citação de Karl Marx, o principal objetivo é mostrar para a sociedade o lado político e economico do moderniso, já na pintura de Tarsila, o principal objetivo é retratar a vida social e a sociedade em si da época, mesmo levando em conta toda inluência…
    A citação de Karl tambem pode ser visto como consequencia da burguesia, a globalização, que é muito vista nos dias atuais… não importando “como”, nem “onde”, o importante é produzir e tudo isso gira em torno da burguesia já que envolve o estado, produção, fábrica, etc.
    No quadro, aparecem pessoas com características físicas muito diferentes, mas que ao mesmo tempo contem a mesma feição, o mesmo posicionamento. Isso demonstra um trabalho inflexível, uma industrialização ocorrida na vida daquelas pessoas. A indústria retratada atrás do quadro, demonstra, que hoje a sociedade é industrializada, quer dizer, tudo gira em torno do comércio e consequentemente, do lucro (capitalismo)
    Um exemplo de que essa citação já vem com “força” a algum tempo.

  38. Tanto Marx como Tarsila do Amaral, representam uma sociedade onde pessoas de diferentes etnias interagem, porém ao meu ver, Marx se refere mais a globalização, onde os países exportariam e venderiam os mais diversos produtos pois haveria uma “necessidade” de produtos novos. Já Tarsila do Amaral represente um “intercâmbio cultural” dentro de uma mesma fábrica

  39. João Pedro Barros Simionato - Nº 18 - 2ºC, ETECAP diz:

    A semelhança entre a pintura de Tarsila e a “publicação” de Karl Marx é que: Devido a globalização, surgem novas necessidades, o que é fabricado em sua nação, já não satisfaz mais, e por isso, os povos se unem, para trabalhar para a burguesia, o que faz a mistura de povos e raças, como vemos na pintura de Tarsila do Amaral, além de padronizar o seu modo de vida, e isso faz com essa modernização, seja algo que iguale todos.

  40. Anónimo diz:

    Victor R. Santana 2ºA 37
    Karl Marx diz sobre a globalização na época que conseguiu seu apogeu, de forma material e intelectual…No quadro operários, Tarsila relaciona a diversidade cultural da população paulistana e a grande revolução industrial na qual São Paulo estava envolvida naquele momento. Ambos são modernistas e relacionam a classe operária com a burguesa.

  41. Carolina Camargo N° 04 2°E diz:

    A citação de Marx sobre o modernismo,ele faz uma critica pois junto com o modernismo veio a globalização e em consequencia a burguesia que meio que obrigam as pessoas a dotarem um modo de produçao burgues. O quadro de Tarsila do Amaral retrata os operarios todos eles com o mesmo semblente de cansaço que o capitalismo trouxe.

  42. Leonardo M. Menedez - 2ºA diz:

    Karl Marx diz que a sociedade capitalista necessita do intercâmbio cultural, econômico, social. Em outras palavras, a globalização, que se resume na integração de todos esses elementos, devido ao desenvolvimento e barateamento dos diversos meios de transporte (e o crescimento das cidades). Diz que nações, em outra época, autossuficiente, hoje já participam desse sistema. A pintura de Tarsila do Amaral é um retrato de um conjunto de operários nas fábricas brasileiras. Os diversos rostos sobrepostos remetem ao ‘leitor’ um momento de massificação, tendo nela, diversas raças e etnias. Não se encontram rostos que aparentam alegria, sendo apenas cansaço e tristeza. Historicamente, remete as péssimas condições de trabalho da época.
    A pintura de Tarsila se relaciona com a citação de Marx pela situação apresentada. Sabe-se que ela era adepta a ideias comunistas e o quadro é uma crítica ao modelo de produção atual, onde os operários são apenas ‘máquinas’ dos burgueses, e os burgueses lutam para que os seus operários não pensem e não saibam quais são seus direitos e sua força. Além disso, o quadro e a citação combinam novamente quando diz respeito ao intercâmbio das pessoas (cultural).
    Concluo, que independente dos dois materiais terem sido feito em épocas diferentes, expressam a mesma ideia. A ideia de Marx (1848) sobre o ‘futuro da sociedade’ foi descrita pela Tarsila quase 100 anos depois!

    • Leonardo M. Menedez - 2ºA diz:

      nº 23! FESTI, lembra daquele filme que você comentou que passaria para nós? Então, a ideia de passa-lo no Cineclube ainda tá valendo? =D

  43. Fabiano Cheri, nº08, 2ºA, ETECAP diz:

    A citação de Karl Marx fala sobre a globalização na época que conseguiu seu apogeu, de forma material e intelectual…No quadro operários, Tarsila consegue relacionar a diversidade cultural da população paulistana e a grande revolução industrial na qual São Paulo estava envolvida naquele momento. Ambos são modernistas e conseguem relacionar as classes sociais: a operária e a burguesa.

  44. Otho J. G. Maia Marconi n° 33 2°E diz:

    A citação de Karl Marx é representada na pintura de Tarsila do Amaral,pois em sua citação diz que os burgueses fazem a chamada ”civilização” sua imagem e semelhança,é bem nítido isso no quadro,se não analisarmos bem até mulheres passam despercebidas no meio de uma classe social que vive dentro de apenas um padrão imposto pelos burgueses,uma classe que demonstra um sofrimento no rosto,tendo que para sobreviver,trabalharem longas horas dentro das fabricas em péssimas condições.

  45. Caroline Ricardo, n°8, 2°D - ETECAP diz:

    Tudo gira em torno da globalização, o mundo simplismente não consegue se manter isolado, o contato entre países é essencial para a produção de capital e constantemente inovando.
    O que a Tarsila retrata é o fato de que as indústria sempre estão precisando de operários independe de raça… porque na verdade o que importa é o capital obtido.

  46. Diego de Alvarenga, Nº 05, 2º E - ETECAP diz:

    A modernidade imposta a sociedade a torna dependente da interligação com outros países de culturas das mais diversas. Tanto na preocupação com a produção material como a intelectual.
    Com o domínio dos instrumentos de produção, e também citado por Marx, o progresso dos meios de comunicação, importante destaca-lo, porque a antiga sociedade isolada na sua própria produção nacional já não existe mais, porque a sociedade esta agora interligada com o mundo todo, e acaba consequentemente arrastando civilizações de diferentes nações. A sociedade adota o modo burgues de produção, obrigando a civilização e se tornarem burgueses também.
    O quadro de Tarsila do Amaral (Operários) representa essa nova demanda imposta pelo modo de produção burgues, adotado pela sociedade moderna. Nações de diferentes etnias e culturas são representadas no quadro como operários, nada mais que a força de trabalho da produção burguesa. Nos mostra também o aperfeiçoamento dos meios de comunicação, é o que permite o intercambio universal entre qualquer sociedade moderna atualmente, indicando a necessidade de uma nação da outra.

  47. Milena Moura, n°31, 2ºB, ETECAP diz:

    O texto de Karl Max, cita a globalização, as relações que começaram a ter entre as nações, desenvolvendo uma interdependência entre si. E com isso veio a burguesia e a industrialização, com um certo padrão de vida e com a perda de individualidade, que é muito bem retratada no quadro de Tarsila do Amaral, “Operários”, onde há vários operários de diferentes etnias e culturas, mas todos têm a mesma expressão; de cansaço e insatisfação por causa dos abusos do mundo capitalista.

  48. Leticia , N°: 26, 2°C diz:

    Karl Marx foi um filósofo e um dos autores da Modernidade. Tarsila do Amaral foi uma pintora que pertenceu ao grupo modernista brasileiro, juntamente com Oswald de Andrade e outros artistas brasileiros. Karl Marx, nesta citação, faz uma crítica a esta situação, onde forças produtivas tornam-se capazes de atender todas as necessidades da sociedade, havendo uma globalização e unificação de ideais. No quadro “Operários” de Tarsila do Amaral, nós podemos ver a grande diferença, variedade étnica, apresendada, porem, todos estão no mesmo estado, com as mesmas funções, como se todos fossem iguais. O ponto em comum seria esta exposição de características de um mundo globalizado, capitalista.

  49. Nicolau n 28, 2D, ETECAP diz:

    A Modernidade é uma necessidada da sociedade trocar informações e inovar cada vez mais. De integrar as nações colocando-as em sintonia. Marx acredita que não basta mais coordenar um só país, mas sim fazer parte de um mundo todo. Estabelecendo relações e criando vínculos. Tarsila desenha um sociedade sem identidade, onde o foco está em quem possui condições de trabalhar, e não na integraação de cultura e bem-estar. A essência da Modernidade em: integrar, compartilhar, reunir e criar, se perde nesse mundo relatado pelos dois, onde a força de trabalho é o mais importante.
    “Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraçar a chamada civilização, isto é, a se tornarem burguesas. ” Com problemas de convivio ou não, a “única coisa com que a burguesia se importa”, tanto no quadro quanto no texto, é a capacidade ou não de render e produzir . A Modernidade acaba com as chamadas “Raças puras”. Porém, o foco não é na criação de novas culturas e pessoas, e sim na necissidade burguesa de produzir mais capital.

  50. Jaqueline Andrade, Nº 16, 2ºA :) diz:

    No texto de Karl Marx, é posto em reflexão como que a modernidade influenciou a sociedade de uma forma geral, esta influência que nós mal percebemos, pois o trabalho em nossa vida, ja virou uma rotina monótona, onde ja nos acostumamos a viver deste modo, exatamente como a burguesia/ capitalismo quer, não questionamos, nos transformamos em ‘robôs’. Marx também diz que a modernidade fez com que o mundo se unisse, que as nossas necessidades ja não são mais supridas por produtos nacionais, assim como os produtos, as pessoas/ trabalhadores também são ‘transportadas’ para que a mão-de-obra saia mais barata e a indústria ganha cada vez mais com isto.
    No quadro de Tarsila do Amaral, percebemos que é retratado um grupo de trabalhadores de etnias distintas, mas todos estes com a mesma expressão em seus rostos, cansados, tristes, abatidos, mas tendo que se unir pelo trabalho, para que possam sobreviver. Em minha opnião, a relação é a de que ambos retratam a junção que o modernismo fez com todos, as várias etnias, não podendo mais viver isoladamente, “a burguesia arrasta para a torrente da civilização todas as nações, até mesmo as mais bárbaras” e no quadro os trabalhadores também de várias etnias, unidos através do trabalho.

  51. Rafaela n°35, 2°E, ETECAP diz:

    Como estudamos em sala, o modernismo foi um movimento que expressava a exaltação da máquina, pois foi nessa mesma época que a industria, a modernização dessa por meio de máquinas á vapor, estava em alta. Marx faz uma crítica a isso, porque o modernismo, traz a globalização, e também ele critica que por causa disso, as necessidades das pessoas que antes erma satisfeitas por produtos nacionais, com o modernismo precisavam de produtos importados, de outras regiões.
    O quadro de Tarsila de Amaral em partes ilustra isso. É um quadro do modernismo brasileiro, nele o que vemos são operários e á fábrica, um tipico quadro desse movimento. Por outro, mostra os operários, que são de diferentes etnias e mostram os rostos cansados do trabalho que tem uma remuneração injusta por esse.

  52. Julia Nunes, nº 21, 2º C - ETECAP diz:

    Karl Marx mostra que a globalização e o sistema capitalista levam a uma sociedade fortemente padronizada e controlada pelas vontades burguesas, “um mundo a sua imagem e semelhança”. Onde o comércio universal domina a economia. A introdução das relações econômicas cada vez mais abertas entre as nações e o novo intelecto de toda ‘civilização’, onde não há a satisfação por produtos internos, gera a dependência entre os produtos materiais de países mais distantes e a uma produção em maior escala.
    No quadro “Operários”, Tarsila retrata a diversidade cultural desencadeada pelo contexto histórico de inovação, modernidade a partir da nova ‘civilização’ capitalista, vivendo em um cenário onde o modo de produção burguês predomina fortemente, fábricas assumem o auge para a produção do desejo consumista e há um aumento da força de trabalho, de indivíduos de diferentes etnias.O objetivo comum desses indivíduos é o trabalho, que nada mais é para ter um salário e com ele fazer parte da sua ‘obrigação’ de consumir como foi instigado pelos burgueses. Consequentemente estão sempre ligados e submetidos ao comércio e ao burguês (patrão), fazendo o mundo a sua imagem e semelhança.

  53. Murilo de Oliveira Peres, nº29, 2º E - ETECAP diz:

    Karl Marx diz que as antigas necessidades de uma nação eram supridas por ela mesma, o capitalismo cria novas necessidades que fazem com que uma nação dependa da outra de maneira material ou intelectual. Esta interdependência dos países do início a uma globalização que arrasta até países mais bárbaros. O quadro de Tarsila do Amaral mostra pessoas de etnias e características diferentes, ou seja, a maioria dos países precisaram se adequar ao modo de produção industrial para fazer parte do modo burguês.

  54. Cláudia Cunha de Camargo nº10 2ºB diz:

    Podemos notar nas duas citações que houve uma “quebra de fronteiras” no mundo, onde todos estão ligados a uma maquina, ao individualismo, ao modernismo ali presente, ao inicio de uma globalização, onde começam a se destacar no mercado novas ideologias e raças. Tarsila mostra isso em seu quadro, quando coloca diversos tipos de pessoas como operários. Operários esses que começam a ter como um referencial a aparência, os costumes, crenças dos burgueses, que com seus costumes fizeram que uma etnia dependesse totalmente das outras.

  55. Pedro Giroto nº 36 2ºD Etecap diz:

    A pressão por parte do capitalismo para se tornar global, acaba refletindo na indústria, a base do sistema. Acho que é essa a relação entre a citação e o quadro.

  56. Rafael Cury, nº 31, 2ºD diz:

    A modernidade traz como característica um dinamismo que não se experimentava antes.
    Com o mundo todo se comunicando e se relacionando diretamente desenvolve-se o que Marx caracteriza como “universal interdependência das nações”. Este fato influencia no dinamismo da modernidade, pois então cada região do mundo, em suas criações, afeta e influencia todo o resto do mundo ao qual está interligada. A percepção do tempo se altera com esta sensação de que tudo pode mudar a cada momento.
    Este dinamismo se manifesta no campo artístico e filosófico/cientifico como um contraponto de correntes de pensamento. Desta forma, certezas entram em questão e “estreitezas e unilateralidades nacionais tornam-se cada vez mais impossíveis”. O modernismo aparece então principalmente como uma desconstrução e libertação das tradicionais formas de pensar e criar. Valores são colocados em questão.
    Mesmo o modernismo tendo nascido na Europa, suas influencias atingem todo o mundo. No Brasil temos forte o movimento modernista, adaptado ao nosso contexto. Dentre as diversas “escolas” englobadas no modernismo brasileiro, uma de grande importância – e que inclusive foi inaugurada por um quadro de Tarsila – é a Antropofagia, que procura digerir os diversos conteúdos humanos que circulam pela modernidade, e recriá-los. Nutrir-se das qualidades humanas contidas em suas criações.
    Vejo que o quadro se relaciona com a citação de Marx em dois pontos:
    – Estilisticamente, Tarsila é influenciada por correntes europeias, o que demostra a ideia de Marx de que “As criações intelectuais de uma nação tornam-se patrimônio comum.”
    -Representando um grupo de pessoas diversas, mas todas operários da fabrica, reflete o que Marx diz com “a burguesia arrasta para a torrente da civilização todas as nações”.
    Na modernidade se destacam no mundo as diferenças de grupos/indivíduos humanos, e se contrapõem. Entretanto, o modo de produção burguês é imposto a todas estes diversos grupos, acarretando, de certa forma, numa uniformização.

  57. Fabricio Stefani Nº12 2ºB ETECAP diz:

    Os doi estão interligados, pelo conceito de perda da identidade (individualidade)
    Marx em sua citação tem uma opinião mais forte no criterio de que com a modernização as pessoas irão perde a sua individualidade e que tudo começara a virar uma coisa só, e ja no quadro mostra muitos trabalhadores (de varias etinia) em um conseito trabalha para grandes empresas.

  58. Pedro Artioli nº33 2ºB etecap diz:

    Os dois são relacionados ao passo que mostram a perda da individualidade.
    Marx afirma que o comercio a nivel global faz a todos receberem a mesma cultura.
    Tarsila em seu quadro mostra que no modernismo todos são iguais , a pessoas são criadas em série. Não importa a etnia tdos se agrupam na mesma cultura.

  59. Alexandre nº01 2ºB ETECAP diz:

    Na minha opinião, o texto de Karl Marx fala do domínio e da imposição da cultura por parte dos países dominante há outros países com culturas diferentes.
    E no quadro de Tarsila do Amaral, mostra uma diversidade cultural mas todos com o mesmo pensamento, dominados por um mesmo sistema. E a relação do quadro com a citação é que mesmo em lugares diferentes há um domínio da cultura capitalista.

  60. Raul nº34 2ºB ETECAP diz:

    Na minha opinião, o texto de Marx reflete sobre a imagem que a burguesia passa às outras classes sociais e a tentativa de criar uma sociedade igual a ela. A relação que achei entre a citação e o quadro é a imagem do operário, sujeitos simples e sem muito luxo, que a burguesia tenta fazer com que fiquem iguais a ela.

  61. Felipe Mielke Correa, numero 09, 2C, Etecap diz:

    Na minha opniao considero que até o patriotismo é colocado em jogo pois a partir do pensamento de Marx a industrialização tem colocado uma certa desavença ao consumismo e ao comercio local, pois já não consumimos nossos produtos nacionais mais sim damos prioridade aos produtos industrializados que na sua maioria são Chineses ou Amerianos, tornando os outros países reféns da industria, assim como Tarsila do Amaral retrata em seu quadro mostrando aparentemente funcionários tristes e amontoados, pela quantidade de pessoas retratadas no quadro temos uma visão melhor de parte da realidade com industrias lotadas e a com pessoas que se quer consomem oque produzem, ambos mostram prioridade em se preocupar com a industrialização e sua consequência.

  62. Karine Kochan de macedo . N°23 2°C ETECAP diz:

    No texto,Karl Marx fala de como a burguesia forçou o resto do mundo a se unir ao seu modo de produção em massa para sobreviver.
    E no quadro Tracila retrata pessoas de diferentes países unidos pelo Comercio e industrialização.

  63. uahsuahsuhasasgfysy lololllol diz:

    ol

  64. Felipe Mielke Correa, numero 09, 2C, Etecap diz:

    Na minha opniao considero que até o patriotismo é colocado em jogo pois a partir do pensamento de Marx a industrialização tem colocado uma certa desavença ao consumismo e ao comercio local, pois já não consumimos nossos produtos nacionais mais sim damos prioridade aos produtos industrializados que né sua maioria são Chineses ou Amerianos, tornando os outros países reféns da industria, assim como Tarsila do Amaral retrata em seu quadro mostrando aparentemente funcionários tristes e amontoados, pela quantidade de pessoas retratadas no quadro temos uma visão melhor de parte da realidade com industrias lotadas e a com pessoas que se quer consomem oque

  65. Gabriel Pozza Fassi - nº10 - 2ºC - ETECAP diz:

    Marx afirma que a burguesia começa a construir um mundo à sua imagem, todos tem que se adaptar modernismo. O mesmo ajudou a venda dos produtos burgueses, pois com o modernismo veio o avanço da tecnologia e do trasporte.
    ” Com o rápido aperfeiçoamento dos instrumentos de produção e o constante progresso dos meios de comunicação, a burguesia arrasta para a torrente da civilização todas as nações, até mesmo as mais bárbaras. ”
    Tarsila mostra isso no seu quadro onde retrata varios trabalhadores de diferentes etinias e/ou genero, onde todos juntos formam a força de trabalho. E isso acaba estabelecendo o padrão modernista que conhecemos hoje, que estava iniciando naquela época.

  66. Mariana Ribeiro, n° 31 2C diz:

    Em ambos é claro como o modernismo não permite que as diferentes etnias vivam isoladamente, gerando a globalização, Marx critica e Tarsila representa isso por meio de sua arte mostrando os diferentes trabalhadores todos juntos, que trabalham para manter esse sistema.

  67. Caio G. D. Alves , N°42 , 2°A / ETECAP diz:

    Na citação de Karl Marx ele demonstra a ideia de que , com a ascensão da burguesia e do capitalismo moderno, foi obrigatório o intercambio material e cultural entre os povos que, antes, supriam suas próprias necessidades comerciais . Com isso, uma universalidade foi criada a partir da visão burguesa , onde o consumismo ininterrupto predominou e o trabalhador se tornou uma espécie de escravo do trabalho para suprir essas novas necessidades .
    No quadro de Tarsila do Amaral é demonstrada a ideia do intercambio cultural e material : pessoas de diferentes etnias e raças juntas com um propósito único , o de trabalhar para suprir sua necessidade de consumir . O quadro foi pintado numa segunda fase do modernismo brasileiro, onde se abordavam muitas questões sociais graves, quase um século depois de Marx, comprovando a ascensão do sistema capitalista, previsto por ele mesmo tantos anos antes.

  68. Keren ,nº24 2°C ETECAP diz:

    No quadro de Tarsila do Amaral e no texto de Marx, existe uma demonstração á respeito do modernismo e também a respeito da globalização, que no caso se encontra bem no inicio.
    Ambos têm um pensamento em comum, de que a produção é constante, e com os meios de comunicação e os meios transporte facilitou a venda dos produtos burgueses ou seja eles apontam a modernidade com isso Marx mostra uma ligação entre o modernismo e o capitalismo.

  69. Alan Vinicius nº1 2ªA. diz:

    A relação entre eles é bem visível pois, Marx diz que com a globalização várias etnias e diferentes culturas em um chão de fabrica, e Tarsila retrata isso por meio da sua pintura.

  70. Matheus Saito diz:

    Marx em seu texto aparenta critico ao capitalismo industrial, criticando principalmente sobre o capitalismo que acaba se tornando supervalorizado por causa dos baixos preços devido a superprodução que é feita em massa fazendo com que pessoas de varias as classes sociais tenham acesso a compra como sugere no trecho “.. a burguesia arrasta para a torrente da civilização todas as nações, até mesmo as mais bárbaras”
    No quadro de Tarcila podemos ver a junção de varias pessoas juntas independente da etnia, e todas aparentam o mesmo ar de cansaço e infeliz, assim colocando do ponto de vista dos trabalhadores que para gerar mais lucro trabalha mais que o que se precisa para pagar por seu trabalho feito.

  71. Daimom Diego de Souza Rosa -nº42- 2ºE diz:

    Karl Marx diz que a nova sociedade, logo após o grande crescimento do comércio internacional, mudou. Tornou-se dependente de outros países, outras pessoas. Antigamente as necessidades populacionais eram satisfeitas com as próprias produções nacionais. Entretanto com as relações de comércio exterior chegaram com: novos produtos, novas técnicas de produção, novas obras artísticas e culturas diferentes. Obrigando a sociedade a absorver tudo isso e necessitar cada vez mais desse intercâmbio cultural.
    É desenvolvido rapidamente os instrumentos de produção, que tornam o comércio algo mais quantitativo, levando para quase todo o mundo as novidades produzidas e reproduzidas pela humanidade ao longo do ciclo do comércio.
    Observando o quadro podemos identificar essa sociedade. Mesclada e vivendo em meio à produção da qual depende para sobreviver. A diversidade étnica é facilmente percebida e o ambiente representado é um ambiente industrial, o qual era o principal modo de trabalho de trabalho no século XIX.

  72. Gustavo n12 1a diz:

    Marx fala sobre uma juncao de etniaspara superar uma super producao. Isso acarreta um menor preco , que leva a super exportacoes e a um super consumismo. O quadro operarios de Tarsila repreaenta bem esse intercambio internacional demercadoroas e producao.

  73. Fernanda Paiva,nº06,2ºE,Etecap diz:

    Marx cita em seu texto que as necessidades ,antes supridas pelos produtos nacionais ,agora precisam de produtos de regiões cada vez mais longínquas.O avanço tecnológico ocasionado no século XX permitiu esse intercâmbio, não só comercial, mas também cultural.O Homem muda não só seu modo de produção,mas também a sua percepção do espaço. A mudança foi tão grande que houve a necessidade de se romper com as formas tradicionais da vida cotidiana. Na Arte, há o culto da máquina e o retrato de uma nova sociedade.No quadro de Tarsila, podemos perceber claramente esse novo modo de vida industrial, onde a diversidade étnica presente nas fábricas é também reflexo da modernidade.Apesar disso, nota-se a semelhança de expressão no rosto dos operários ,por mais diversificados que eles sejam.Todos apresentam o mesmo semblante melancólico, resultado talvez da precariedade das condições de trabalho na época.O que leva à outra reflexão, presente no disurso dos críticos da modernidade, principalmente de Weber: estaria a sociedade moderna levando o homem a um “cárcere de ferro”?

  74. Afonso E. Lima- N 1-2 C - etecap diz:

    Ambos demonstram de formas diferentes o interece real do capitalismo que é o lucro atravez de super produçao sendo asim os trabalhadores são obrigados ha acompanhas a “velocidade” da produção da industria e não importa quem seja a pessoa fisica o objetivo é o mesmo tanto que no quadro da Tarcila vemos homens, mulheres diferentes em relação a sua nacionalidade na frente de uma industria.

  75. Mariel Dalmédico Policano, nº 33, 2ºC, ETECAP diz:

    Karl Marx e Tarsila do Amaral retratam a globalização, onde são integrados economia, cultura, política, etc.
    O quadro de Tarsila expressa bem a mistura entre povos, etnias, todas as pessoas que são obrigadas a fazer parte do sistema capitalista de produção para sobreviver. Marx deixa isso claro quando diz que é construído um intercâmbio universal, onde a burguesia, com seus novos meios de aumentar a produtividade e comunicação, cria uma aproximação de culturas.
    Basicamente, os dois mostram como, no modernismo (e até hoje), é impossível estar totalmente isolado e realmente se separar do sistema mundial.

  76. Murilo Henrique Silva Guerra nº37 2°C diz:

    Karl Marx em sua citação mostra a chegada da modernidade que no lugar de nações auto-suficientes, desenvolvem-se um intercambio universal e uma universal interdependência.
    Com os desenvolvimento de meios de comunicação os burgues influenciam diversas nações a um mundo padronizado
    Na obra de Tarsila do Amaral podemos ver uma industria e na frente um grupo de funcionários de diversas etnias, suas feições mostram as condições de trabalho e como estavam infelizes.

  77. Augusto, nº41, 2ºA - ETECAP diz:

    Entre a obra de Tarsila de Amaral e a citação de Karl Marx, podemos perceber que há uma quebra de fronteiras, ou seja, no trecho: ‘[…]No lugar do antigo isolamento de regiões e nações auto-suficientes, desenvolvem-se um intercambio universal[…]‘ percebe-se uma relação com a obra de Tarsila, o ‘rompimento de fronteiras’ se demonstra com a presença nítida de várias nações presente na obra, tais como africanos, asiáticos e europeus. Antigamente um lugar onde havia um ‘isolamento’ por parte da população, não havia uma grande índice de migração, e com a industrialização de certas áreas o povo começou a misturar, juntar culturas, modos de vida e com o tempo, formar uma cultura/modo de vida comum entre eles. Quando Marx diz: ‘[…] Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraçar a chamada civilização, isto é, a se tornarem burguesas. […]‘, ele quer dizer que com o tempo, essas nações começaram a se tornar ‘dependentes’ ‘escravas’ desse sistema, ou seja, tendo a obrigação de adotarem o modo burguês de se viver. Podemos perceber essa mudança com a presença de fábricas poluindo o ar, atrás dos Operários, e com base no título da obra( Operários ), dá para entender que os rostos pintados, são os operários, ou seja, os explorados, e se relaciona com o que o Marx diz.

  78. Anónimo diz:

    Entre a obra de Tarsila de Amaral e a citação de Karl Marx, podemos perceber que há uma quebra de fronteiras, ou seja, no trecho: ‘[…]No lugar do antigo isolamento de regiões e nações auto-suficientes, desenvolvem-se um intercambio universal[…]’ percebe-se uma relação com a obra de Tarsila, o ‘rompimento de fronteiras’ se demonstra com a presença nítida de várias nações presente na obra, tais como africanos, asiáticos e europeus. Antigamente um lugar onde havia um ‘isolamento’ por parte da população, não havia uma grande índice de migração, e com a industrialização de certas áreas o povo começou a misturar, juntar culturas, modos de vida e com o tempo, formar uma cultura/modo de vida comum entre eles. Quando Marx diz: ‘[…] Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraçar a chamada civilização, isto é, a se tornarem burguesas. […]’, ele quer dizer que com o tempo, essas nações começaram a se tornar ‘dependentes’ ‘escravas’ desse sistema, ou seja, tendo a obrigação de adotarem o modo burguês de se viver. Podemos perceber essa mudança com a presença de fábricas poluindo o ar, atrás dos Operários, e com base no título da obra( Operários ), dá para entender que os rostos pintados, são os operários, ou seja, os explorados, e se relaciona com o que o Marx diz.

  79. Júlio Cézar de Souza, n° 21, 2°A, ETECAP diz:

    Karl Marx explica de uma forma ampla, a interação mundial como algo fundamental para a organização da sociedade burguesa, já que é necessário uma troca de matéria prima e trabalhadores entre os países antes auto-suficientes. Neste momento da história ocorre a quebra de fronteiras, uma globalização parcial, uma interligação entre as nações na troca de mercadorias, sendo os trabalhadores uma delas.
    Tarsila do Amaral em seu quadro faz uma critica a este modelo de sociedade quando pinta diversas nacionalidades de pessoas juntas com expressões cansadas e tediosas, referindo-se as conseqüências desta nova forma de vida, onde se trabalha muito e se ganha pouco (mais valia). Tarsila, diferente de Marx, mostra um outro ponto de vista aos acontecimentos, o ponto de vista da população, ou seja, da classe mais afetada.

  80. Matheus meneses Nº 29 \\ 2º B diz:

    Nesse trecho da citação de Marx, “Com o rápido aperfeiçoamento dos instrumentos de produção e o constante progresso dos meios de comunicação, a burguesia arrasta para a torrente da civilização todas as nações, até mesmo as mais bárbaras.
    Os baixos preços de seus produtos são a artilharia pesada que destrói todas as muralhas da China e obriga à capitulação os bárbaros mais tenazmente hostis aos estrangeiros. Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção,…”

    Ele explica a Globalização que poderia ocorrer devido ao Capitalismo Industrial que estava se tornando-se importnte na época, e o quadro de Tarsila do Amaral que veio bem depois de marx, mostra que de fato ocorreu essa mundialização, pois ao fundo tem a fábrica e á a frente tem pessoas de várias etnias todos trabalhadores.

  81. Mariana Casado - Nº 30 - 2º C diz:

    Considerando o contexto histórico em que esta citação, assim como toda a obra, de Karl Marx foi feita (meados do século XIX), verificamos que o mundo ocidental passava por grandes transformações, principalmente no âmbito industrial, a partir das revoluções que ocorreram/estavam ocorrendo neste setor, desenvolvendo os processos de Globalização.Deste modo, podemos compreender que Marx foi um grande crítico e estudioso da sociedade capitalista e tinha como objetivo trazer até a classe trabalhadora análises políticas sobre as condições precárias nas quais estavam vivendo.
    Com relação à obra de Tarsila do Amaral, verificamos que seu contexto histórico é próximo ao período em que o Brasil vivenciou as consequências da Crise de 29 (desemprego, fome e desamparo do Estado) e, por esse motivo, foi desencadeada a chamada Revolução de 30; “revolução” esta que alterou o grupo que estava no poder, porém trazendo mudanças sociais baseadas nos interesses das classes dominantes (desenvolver infraestrutura para a industrialização) e que não contou com a participação da população. Vale ressaltar que os trabalhadores foram excluídos como força política nesta “revolução”, entretanto, a partir dela é que foi implantada a legislação trabalhista existente até os dias de hoje.
    Tomando como base estas informações e estabelecendo conexões entre elas, a citação de Karl Marx somada ao quadro de Tarsila do Amaral me faz refletir sobre as visões otimistas e pessimistas da Modernidade. As expressões das pessoas retratadas na imagem levam-me a imaginar que estão um tanto desapontadas, como consequência indireta de um passado exploratório, em que os trabalhadores já eram usados como ferramentas para manter o sistema capitalista no contexto da globalização, e como consequência direta de uma recente crise e “revolução” que afetaram a classe operária.
    Ao meu ver, se estes personagens pintados por Tarsila pudessem expressar suas opiniões sobre a Modernidade, provavelmente demonstrariam visões pessimistas, considerando que passaram por dificuldades causadas pela modernização do mundo, do Brasil e da sociedade em si.

  82. Anónimo diz:

    Karl Marx explica de uma forma ampla, a interação mundial como algo fundamental para a organização da sociedade burguesa, já que é necessário uma troca de matéria prima e trabalhadores entre os países antes auto-suficientes. Neste momento da história ocorre a quebra de fronteiras, uma globalização parcial, uma interligação entre as nações na troca de mercadorias, sendo os trabalhadores uma delas.
    Tarsila do Amaral em seu quadro faz uma critica a este modelo de sociedade quando pinta diversas nacionalidades de pessoas juntas com expressões cansadas e tediosas, referindo-se as conseqüências desta nova forma de vida, onde se trabalha muito e se ganha pouco (mais valia). Tarsila, diferente de Marx, mostra um outro ponto de vista aos acontecimentos, o ponto de vista da população, ou seja, da classe mais afetada.

    Júlio Cézar, n° 21, 2°A, ETECAP

  83. Bryan Rocha Pereira ,Nº39 2ºB, ETECAP diz:

    Tanto no texto de Karl Marx quanto no quadro de Tarsila do Amaral mostram o modernismo e o inicio da globalização e o continuo progresso dos meios de comunicação. Onde a diversificação de culturas, ideologias e etc começam a florar entre as sociedades. Por exemplo o quadro de Tarsila onde mostra uma classe operaria constituída de varias pessoas de crenças, cor e lugares diferentes com uma industria cujos donos são burgueses ao fundo, retratando o que Karl Marx cita no seu texto.

  84. Danielle, nº09, 2ºD, ETECAP diz:

    A citação de Marx nos mostra que a população começa a ter novas necessidades, que os produtos internos não os satisfazem mais.Mas essa procura não se resumia somente na matéria, eles procuravam também novas ideologias, novas culturas, e assim surge procura desses produtos em lugares mais longes, e isso faz com que o mundo se comunique, mesmo as regiões, que antes, eram isoladas começam a se comunicar com o resto do mundo, e com isso surge a globalização.
    O quadro de Tarsila do Amaral nos mostra as consequências dessa nova procura de produtos, a criação de industrias, e a diversidade de pessoas que trabalham e/ ou usufruem da mesma.

  85. Isabela Mendes, nº 13, 2ºA diz:

    Tanto Marx quanto Tarsila defendem a ideia de que antigamente as pessoas agiam de acordo com seus pensamentos e atualmente elas não estão agindo/pensando livremente.
    Karl Marx tenta nos mostrar que a burguesia tem uma grande influência sobre os menos privilegiadas, os “operários” e faz com que essas pessoas sejam obrigadas a pensar e agir do modo que eles (os burgueses) querem.
    O quadro de Tarsila do Amaral mostra pessoas de várias etnias, porém com a mesma expressão de tristeza, pois são obrigados a viver num sistema onde são controlados.

  86. Fernanda Rajer n° 42 1°D diz:

    O modernismo de Karl Marx,traz consigo o capitalismo,onde sai dos produtos manualmente para incluir as maquinas a evolução humana tecnológica, inclusão as misturas das raças, assim como no quadro “Operários” de Tarsila do Amaral onde mostras as várias etnias,fazendo referência a migração,a fisionomia cansada dos operários e a falta de perspectiva por péssimas condições de trabalho.

  87. Ana Paula Martins n°:04 2° D ETECAP diz:

    O texto de Karl Marx fala da Modernidade, da globalização, da interdependência que existia entre os países, seja ele periférico ou central, onde nenhum consegue sobreviver isoladamente. Já no quadro de Tarsila do Amaral,”Operários”, ela retrata a diversidade ética, foi uma época que o Brasil vivia um surto de industrialização sem precedentes histórico, daí a necessidade de mão de obra nas fabricas seja ele branco, negro ou amarelo.

  88. Guilherme Froes, N°11, 2°A diz:

    Mesmo nos tempos modernos, a teoria de Marx , da luta de classes persiste, porém hoje não temos apenas o proletariado contra a burgesia, mas sim várias cadeias sociais contra uma minoria que se privilegia com o famigerado sistema capitalista dos tempos, por assim dizer, ‘modernos’, que de novo e moderno nada tem.
    E a obra de Tarsila do Amaral relata a miscigenação de raça, todos com um só objetivo: o trabalho para o próprio sustento. Da para se perceber na pintura que os rostos dos trabalhadores estão cansados e fadigados, escravizados pelo sistema capitalista.

  89. Luana n°: 25 2ºA ETECAP diz:

    Tanto no quadro da Tarcila do Amaral, tanto na citação de Marx é descrito uma sociedade onde a indústria é seu principal foco. No quadro ela é vista onde trabalhadores de diversas etnias estão juntas para trabalhar na indústria, mesmo com a aparência de cansaço e não parecem estar felizes com o que estão fazendo, a pintora retrata a situação da populaçao que estava sendo obrigada a fazer algo que não queria. Já o citação de Marx diz que o que antes era produzido somente o necessário, já não é mais assim. Ele critica o sistema que está sendo estabelicido para a população onde todos se ‘unem’ para exercer uma função na indústria.

  90. Susanna Zhao nº33 - 3ºF diz:

    Como podemos notar no quadro de Tarsila do Amaral (“Operários”) e na citação de Karl Marx , mostram a mão de obra e a disputa de classes que existia na época da modernidade. Como a burguesia precisava de uma mão de obra barata e rápida , assim universalizou a mão de obra , trazendo pessoas de todos tipos de raças e cores , como podemos ver na obra de Tarsila do Amaral. Marx relata sobre a disputa das classes sociais , pessoas que sonhavam com a ascensão da classe social , se tornar um burguês , e a burguesia explorava-os.
    Os dois através de formas diferentes , criticam e mostram como era a visão modernista.

  91. Renata Martins n°32 2°D diz:

    A citação de Marx e o quadro de Tarsila do Amaral, mesmo em diferentes períodos históricos, tem em comum a analise de um mesmo tema, Marx fala sobre as interações das nações no sistema capitalista e sobre como os burgueses criam uma sociedade ‘à sua imagem e semelhança’, enquanto o quadro da Tarsila do Amaral pode ser interpretado deste mesmo modo, ou seja, na sua obra ela mostra varias pessoas de diferentes culturas (interação das nações) sendo representados como operários ( ou seja, de um certo modo, submetidos ao capitalismo). Embora, Marx também tente criticar o capitalismo, mostrando o papel dos operários e trabalhadores na atualidade, enquanto na obra de Tarsila expressa a ascenção social dos mesmos.

  92. Rafael Gustavo, n°30, 2ºD - ETECAP diz:

    A citação de Marx mostra que a população da sua época não estava mais se interessando pelo que tinha, e que estava se “universalizando”, quebrando fronteiras, etc. Isso mostra que na época houve uma mudança de pensamento brusca, e que refletiu em toda sociedade. Houve também o fato da industrialização nas cidades, a máquina, as fábricas soltando fumaça. Tudo isso era uma nova tecnologia. No quadro de Tarsila do Amaral há uma grande mistura de etnias. Negros, brancos, pardos. Todos juntos ao fundo de uma fábrica. O que também se relaciona com a citação de Marx, que defendia a ideia de uma maior “união” entre os povos dos diversos países depois do intercâmbio social e cultural que ocorreu no séc. XIX / XX.

  93. João Vitor Pogiolli do Lago, nº20, 2ºD - ETECAP diz:

    vemos que na citação de Marx, ele cita que fronteiras de regiões auto-suficientes são rompidas criando um intercambio universal e a interdependencia das nações, isto se deve ao rápido aperçoamento dos instrumentos de produção e os meios de comunicação.No quadro de Trasila vemos as “regiões” que são interpretadas pelos rosto dos trabalhadores, que estão juntos dizendo que “as fornteiras foram rompidas”.Podemos entender que a sociedade moderna atingiu a sociedade de um modo tão diferente que a mudou, ela criou novos produtos para não só abastecer a região onde eram produzidas mas o exterior também.

  94. Giovanna 2º D diz:

    Karl Marx reflete sobre a mundialização do sistema capitalista que com os baixos preços dos produtos e grandes lucros, consegue penetrar nas maiores fortalezas. O quadro de Tarsila do Amaral pode ser interpretado refletindo sobre essa mesma situação, isto é, em seu quadro ela mostra varias pessoas de diferentes culturas, todas tendo apenas uma coisa em comum, o fato de estarem submetidos ao sistema capitalista, tornando-se literalmente a imagem e semelhança do sistema burguês.

  95. Dionisio Pedro, nº41, 2ºB - ETECAP diz:

    É possível notarmos – na citação de Karl Marx e no quadro “Operários” de Tarsila do Amaral – a quebra de fronteiras entre as nações devido à princípios ideológicos e melhorias tecnologias, trazidos pelo Modernismo. Africanos, brasileiros, italianos, orientais. Todos se curvaram a industrialização e a nova invenção do período: a máquina. O pensamento burguês prevaleceu e revolucionou todas as culturas e nações, tornando-as dependentes umas das outras e motivando a realização de trocas de mercadorias e ideais entre elas. Ao analisarmos o quadro percebemos claramente a relação ao contexto modernista, vemos exaltação a indústria (presente ao fundo) pelas pessoas de diferentes nações (mostradas em primeiro plano) que são obrigadas a aderir as novas condições unificadoras do século.

  96. Carolina Gomes nº3 2ºE - ETECAP diz:

    De fato, concluir que a sociedade atual tem absoluto controle sob produtos, e até mesmo cultura, é extremamente errôneo; Somos constantemente atiçados e conquistados por uma propaganda vinculada mundialmente, que define o que devemos vestir, usar, ouvir, comer, enfim, define o nosso modo de viver. Vemos, com a modernidade, uma constante defasagem do conceito de cultura, já que com esse sistema unificador, não podemos definir uma cultura, pois teremos vários elementos culturais misturados dentro de uma civilização, portanto se levarmos em consideração que anteriormente ao movimento modernista tínhamos culturas, povos, extremamente fechados, sem contato com outros, vivendo, produzindo e se relacionando apenas com aqueles que possuam um mesmo grupo de ideias, chegaremos ao ponto, questionar se esses povos realmente desejavam esse universalismo, ou foram obrigados indiretamente, com medo de perderem o lucro, competindo com produtos estrangeiros mais baratos, sendo excluídos dos propósitos comerciais mundiais; adequando-se ao sistema moderno não haveria esse déficit de lucro e de produtos, porém, a cultura desses povos foram condenadas para dar lugar ao que chamamos de globalização.
    O quadro de Tarsila do Amaral demonstra exatamente o sentido da globalização, da disseminação de cultura, a obra foi produzida com base no inicio dos anos 30 e ilustra a industrialização, migração de trabalhadores, consolidação do capitalismo industrial e de uma classe de trabalhadores marginalizada e explorada; no caso, vemos várias pessoas, rostos sobrepostos, diferentes fisicamente, de diversos grupos: culturais, sociais, enfim, temos uma grande variedade étnica fazendo referência à migração de diferentes locais do Brasil e do mundo para as metrópoles. A expressão dos trabalhadores demonstra cansaço, desprezo, tristeza e indiferença, representando as péssimas condições de trabalho a que estão submetidos. Esse quadro é uma representação exata do sentido de modernidade, Pintado por Tarsila em plena Era Vargas (inicio da industrialização no Brasil, construção de um caráter capitalista) é o ponto exato do modernismo no Brasil.

  97. Marina Hunziker nº 26; 2ºB - ETECAP diz:

    Nessa citação de Karl Marx é expressa a ideia de que o homem com o “nascimento” do Capitalismo tem a necessidade de se conectar com outras nações para haver uma interligação de materiais e culturas; fazendo com que cada uma dependa da outra para suprir todas as suas “novas” necessidades, completa dizendo que a burguesia instigou na população o desejo do consumo desenfreado, levando a maioria á trabalhar de um forma massacrante e sem se dar conta que o beneficiado seria os donos do capital.

    O quadro de Tarsila do Amaral se adéqua a segunda fase do movimento modernista Brasileiro onde era expressa questões sociais bastante graves. Nele vemos ao fundo uma grande fábrica em funcionamento e tendo em primeiro plano um grupo de indivíduos que embora com as mais variadas origens parecem ter a mesma finalidade: trabalhar.

    A realidade de Marx era o ínicio da segunda revolução industrial no séc XlX quando o capitalismo industrial começou a se destacar, e Tarsila do Amaral após 80 anos faz este quadro, comprovando a Globalização deste Capitalismo previsto por Marx.

  98. Gabriela Cristina, nº12, 2ºC diz:

    Marx mostra nesse texto que o modernismo está inteiramente ligado ao capitalismo. Para poder evoluir economicamente, os povos de diferentes lugares tiveram que mudar sua antiga forma de comercio e se adaptar a comercializar com povos de diversos lugares que tinham diferentes tipos de clima, de solo, o que lhes proporcionariam contato com produtos não existentes em seu país.
    O quadro de Tarsila do Amaral mostra que depois desse intercambio universal, todos os povos se misturaram. Povos que antes não tinham contato algum, agora tem um mesmo objetivo, que é trabalhar para consumir e agora eles fazem isso no mesmo lugar. Tudo isso gerou uma mistura nas culturas e a partir disso a burguesia conseguiu o que queria: Fazer da sociedade uma sociedade burguesa!

  99. Gustavo Martinelli, n. 16, 2o. D diz:

    Tanto a artísta plástica Tarsila do Amaral quanto o economista Karl Marx discutem e analisam um mesmo tema, mesmo em diferentes períodos históricos e se utilizando de diferentes instrumentos: a modernidade. Ambos de formas críticas.
    Tarsila do Amaral se apresentou na Semana da Arte Moderna, em 1922, desde então, trouxe essa influencia artística para muitos outros quadros, como “Os operários”. O objetivo da Semana era trazer “a perfeita demonstração do que há em nosso meio em escultura, arquitetura, música e literatura sob o ponto de vista rigorosamente atual” (como informava o Correio Paulistano a 29 de janeiro de 1922). Este caráter atual, em sua obra, reflete de forma bastante direta a sociedade moderna: globalizada, de culturas unificadas e universais e compartilhantes de mesmos ideais (salvo menoria insignificante).
    Com pensamentos similares, Karl Marx, ainda em 1848, critica essa mesma caracterísca da modernidade, crítica válida até hoje. Reflete como todos os trabalhadores do mundo estão sendo tratados da mesma forma miserável, em como este sistema moderno corrompe qualquer individualidade entre as nações, tanto no campo das ideias, quanto no campo material. Destrói-se por tanto, infinidades de tesouros literários e pensamentos únicos, para ceder lugar à uma intelectualidade universal.
    Embora tenham vivido cada intelectual em seu tempo (invervalo bastante distânte), Tarsila e Marx compartilhavam o pensamento negativo sobre a modernidade. Criticando-o cada qual em seu campo de trabalho.

  100. Matheus Gratão, n°37, 2°D, ETECAP diz:

    Marx quer dizer que o modernismo atingiu criticamente a sociedade, de um modo que mudou-a completamente. Ao citar sobre as demandas vindas de lugares longínquos, ele mostra que a rápida industrialização criou um grande mercado fornecedor de diversos produtos, que além de abastecer o local onde era produzido, tinham como objetivo a exportação. E não foi só na área da economia e dos comércios que o modernismo teve manifestação. O movimento cultural também teve notável reflexão. Neste período, diversos artistas colocaram em questão a sociedade moderna, seja na arte, na poesia, na música, etc. Tarsila do Amaral foi uma artista, que mostrou em sua obra “Operários” pessoas de diversas raças, o que remete ao texto de Marx, quando cita sobre o intercambio universal. Além disso, a obra nos permite ver um novo cenário, como a cidade no fundo, indústrias, trabalhadores (operários), etc.

  101. Kevin Santos - n º 22 - 2ºB diz:

    Os dois mostram a interligação. No texto de Marx, ele cita o fim do antigo isolamento e o desenvolvimento de um intercambio, onde todos estariam se tornando uma coisa só, ou seja, burgueses. E no quadro, Tarsila do Amaral mostra justamente essa ligação, de negros e brancos, homens e mulheres. E todos estão em um ambiente urbano, com uma fabrica ao fundo, justamente para atender essa procura por produtos diversos.

  102. Letícia Bressan, nº23, 2ºB diz:

    Mesmo em meio de diferentes contextos Marx e a Tarsila do Amaral representam em suas obras a mundialização. No quadro vê-se diferentes etnias, todas juntas envoltas pelas maquinas que no movimento modernista são exaltadas. Marx diz que a mundialização faz com que haja perda de identidade regional, há civilização de todas as nações e obras viram globais. Os dois artistas retratam uma nova realidade acontecida pós modernismo.

  103. Pedro Fernandes, nº31, 2ºA - Etecap diz:

    Em ambas as obras há uma crítica social à globalização, uma sendo crítica e colocando palavras para entender melhor a revolta por parte do autor, já no quadro a ideia crítica é de choque, de modo que espante o leitor dada a situação do trabalhador.
    No texto Marx fala de globalizar a cultura burguesa, ou seja, expandir o imperio burguês para todo o resto do mundo e também fala de padronizar meios de produção.
    No quadro de Tarsila do Amaral percebemos a ideia de globalização pela presença de várias etnias sendo representadas, e ainda à presença da industria ao fundo, fazendo referência a produção.

  104. joão pedro n° 17 2° A diz:

    Marx comenta que o mundo burgues da época é universal, ou seja o conceito pré-renascentista de individualização, estaria sendo substituído por uma força, um pensamento, universal, e este seria instrumento fruto da modernização dos meios de produção, a obra de Tarsila mostra isso também, já que coloca representações de varias raças juntas em um só lugar, além das fabricas ao fundo que mostram que o trabalho uniu essas pessoas.

  105. Alexa Kananda N° 45 2ºA diz:

    A citação de Karl Marx se relaciona com o quadro da Tarsila do Amaral, pois os dois dizem tanto de forma escrita quanto de pintada, que a modernidade atingiu a todos de diferentes formas e meios. Todos se renderam à modernidade e ao que ela oferece para todo um desenvolvimento de mercado burguês.

    • Jônatas G. Gardin nº19 2ºA diz:

      Karl Marx e Tarcila do Amaral, mostram a mesma coisa, só que um de forma escrita e um de forma pintada.
      Karl Marx mostra que antes do modernismo cada povo vivia independente, cada um em sua região, com o modernismo ouve uma mistura de culturas e etnias, assim Marx mostra que hoje todos ficam cada vez mais dependentes dos burgueses.
      Tarcila do Amaral mostra isso de um jeito diferente,ela mostra vários povos sem uma etnia predominante em uma industria, já que modernismo trouxe mão de obra mais barata de povos estrangeiros do que os da propria região.

  106. Geovana Felix n°16 2°B ETECAP diz:

    Na obra conseguimos observar a industria ao fundo e diversos rostos com diferentes culturas e raças de diversos locais do mundo.Impelida pela necessidade de mercados sempre novos, a burguesia invade o mundo,explora em toda parte, criar vínculos em toda parte. Por isso a mistura de diferentes rostos no quadro pois em todo lugar esta havendo essa mudança. Karl Marx destaca a universalização de culturas, a mistura de povos, a necessidade de novos conhecimentos e produtos. Já no quadro da Tarsila podemos interpretar esse misto de rostos como mesmo estando em diferentes locais do munto trabalham da mesma forma para conseguir o seu sustento e sobrevivência.

  107. Louise Pereira, Nº43 2ºA - ETECAP diz:

    Na sua citação Karl Marx quer dizer que houve a junção de povos que antes eram dependentes e agora viram explorados pelo sistema capitalista imposto pelos burgueses ,deste modo eles tendem a aceitar as condições de trabalhos não favoráveis e desumanas . Já na obra de Tarsila do Amaral ela mostra , uma sociedade ‘misturada’, com diferentes raças e cultural .(Karl Marx diz: “…ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraçar a chamada civilização” .) Todos trazem a mesma expressão facial , que é a do cansaço, porque de certa forma eles vivem em prol de uma sociedade modernista , composta pela burguesia que só visa o lucro próprio . Vejo assim as duas obras mostrando no que se transformou uma sociedade que se tornou escrava da burguesia .

  108. Yuri Alexandrini P. de Camargo, n°42, 2°C, ETECAP diz:

    Ambos, Karl Marx e Tarsila do Amaral retratam o objetivo da burguesia capitalista, que não importa a sua etnia, ou sua nacionalidade, mas sim o lucro que se obtém através do trabalho das pessoas. Podemos perceber isso bem claro no quadro, pois há uma fábrica no fundo e à frente várias pessoas de nacionalidades diferentes. Também podemos perceber que no texto de Marx ele diz: ” Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraçar a chamada civilização, isto é, a se tornarem burguesas”, com isso provando que o objetivo do capitalismo é envolver o mundo todo com seu sistema e então se aproveitar de alguns para lucrar absurdos.

  109. Beatriz, n°4, 2°B, ETECAP diz:

    A citação de Karl Marx é uma crítica a situação do modo de vida burguês, que tinha como objetivos moldar o mundo a seu favor e lucro, tornando-se uma coisa só. E no quadro de Tarsila do Amaral, mostra vários operários de diferentes nações, de certa forma “obrigados” a servir esse tipo de sistema para sobreviver. Tarsila e Marx retratam o modo de vida e as mudanças sociais que ocorreram após a industrialização.

  110. Clara Bartholomeu, nº 9, 2ºB diz:

    Acho que ambos, o quadro e o texto, mostram não só a imagem do trabalhador na atual economia, mas também a união de todas as nações nela. Com a instalação do capitalismo, o intercâmbio de produtos materiais e intelectuais se tornou indispensável para a sobrevivência de muitos países, que então, se encontraram unidos pela industria. No quadro, a artista retrata em cada rosto, um característica relacionada a um certo povo; e todos juntos em frente a uma fábrica, carregando nas faces uma expressão muito semelhante. Isso que ilustra perfeitamente as palavras de Marx : “…envolvem-se um intercambio universal e uma universal interdependência das nações…Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraçar a chamada civilização, isto é, a se tornarem burguesas. Em uma palavra, cria um mundo à sua imagem e semelhança.”

  111. Vitória Benedet, nº 40 2ºE ETECAP diz:

    A citação de Marx acusa a burguesia de obrigar os povos a se interligarem, criando uma dependência mútua entre eles, seja ela cultural, econômica ou industrial. Assim, as nações mais distantes e longínquas se rebaixam ao modo de produção burguês para não entrarem em colapso. A obra de Tarsila do Amaral ilustra a denúncia de Marx no que se refere à globalização forçada pela burguesia, onde pessoas de diferentes nacionalidades tem que se encaixar no modo de produção capitalista, que está cada vez mais industrial, ou seja, trabalharem demais em favor do enriquecimento daquele que já é rico. Frustração, agonia e sentimento de abandono nos rostos dos que não tiveram escolha, isso é o que a artista quis evidenciar na obra como consequência dos fatos relatados na citação de Marx.

  112. Henrique Assis 2ºE nº14 diz:

    O quadro mostra o que aconteceu na época do modernismo, a produção aumentou muito, diferente do passado onde o comercio era feito com cidades vizinhas a base de troca e com isso a demanda das fabricas aumentaram dimais, tendo assim que contratar mais funcionários, e como esse numero é grande podemos ver as diferenças entre eles: cor, religião, sexo, costumes e etc.
    a relação do quadro com a citação e a relação de burguesia, onde se visa gerar lucro acima de tudo sem se preocupar com os cargos inferiores, isso pode se perceber pela expressão dos funcionários eles não demonstram nem um tipo de alegria.

  113. Marcela Catelli, Nº29 - 2ºC diz:

    O quadro retrata a mistura de diferentes povos, seja pela questão de sexo, raça, cultura, pais etc, eles estão juntos, trabalhando com maquinas dentro de uma fabrica e todos possuem a mesma reação, seriedade e tristeza.
    Na citação de Marx mostra a ira contra a globalização, uma revolta contra o comercio internacional, contra essa mudança na forma como sempre foi, onde se comercializava entre povos vizinhos, por troca e etc. Mostra tambem a questão de não ter a escolha de não se envolver com esse comercio, fazendo de todos burgueses, até mesmo os que tem menos condições de sustentar essa vida.

  114. Jovana Ferraz , Nº20, 2ºC, Etecap diz:

    Karl Marx diz que com o rápido aperfeiçoamento do capitalismo industrial, com o avanço dos meios de produção, a aceitação desse método capitalista é imposto pela burguesia para a sociedade.
    Ao inves de uma nação produzir o necessário, ela começa sua produção em massa, vendendo e comercializando com outra nações, o quadro de Tarsila, retrata uma determinada população de diferente etnias, porém essas pessoas são ligadas pelo comércio.
    Karl critica esse rápido avanço de produção visando o lucro, e Tarsila, retrata através de sua arte, esse processo.

  115. Sofia Lisboa, nº34 - 2A - ETECAP diz:

    Uma nação antes auto-suficiente, que supria suas necessidades, passou a ser dependente de outras nações em busca de satisfação. Essa dependência gerou um intercâmbio não só de produtos, mas também de produtores, como retratado no quadro “Operários”, de Tarsila do Amaral. Nele, encontram-se trabalhadores de traços e etnias diferentes, mas de mesma expressão – no caso, seus traços expressam a opinião negativa da artista a esse contexto de grande aumento nos meios de produção.
    Do meu ponto de vista, consigo fazer uma ligação da crítica desse quadro com o trecho do argumento de Marx que diz: “Sob pena de ruína total, ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraçar a chamada civilização, isto é, a se tornarem burguesas. Em uma palavra, cria um mundo à sua imagem e semelhança”.
    Estaria sendo criticada a sociedade burguesa pela expressão de tédio dos rostos do quadros? Afinal, como Marx disse, as nações nesses quadros eram à imagem e semelhança da burguesia.

  116. Fernanda Sucharski Zelenka n°14 2°B diz:

    A citação de Marx se relaciona com o quadro no sentido de explicar como é a vida de um trabalhador na modernidade, onde só o que importa é o lucro de seu contratante, e por muitas vezes, submetendo essas pessoas a condições de trabalho sub humanas.

  117. marina nº 34 2ºC diz:

    No quadro de Tarsila Amaral , uma importante pintora modernista, é bem perceptível a interação, a miscigenação que está ocorrendo, citada por Karl Marx, nos vários rostos de diferentes etnias juntos na pintura.Assim como ao fundo do quadro podemos perceber o desenho de industrias, algo também muito presente na sociedade moderna e citado por Marx, na época em que todo o mundo se voltava para as máquinas e para o mercado,com suas novas invenções que surgiam a todo momento e geravam tanto investimento, que oferecia novas possibilidades e abriam novas portas , as quais permitiram a interação que houve entre as nações no período e foram os primeiros ensaios da globalização, o quadro é quase uma retratação das palavras de Karl Marx.

  118. Igor S Souza Nº 14 Bentão diz:

    O texto e o quadro se assemelham pelo fato de ter pessoas de diferentes culturas, lugares e etnias que acabam se unindo em prol de uma produção/comércio universal, mostrando que deixaram de ser apenas uma nação isolada e auto-suficiente para compartilhar de sua cultura através do comércio.

  119. Juliana Gomes Proença, nº 20, 2ºA - ETECAP diz:

    Ao obervarmos o quadro de Tarsila do Amaral, vemos diferentes pessoas juntas,que representam as diferentes nações que foram introduzidas nas fábricas para aumentar sua produção em resposta ao consumismo, o quadro retrata também a fábrica em que provavelmente essas pessoas trabalhavam, caracterizando o modernismo. As expressões dessas pessoas mostram seriedade, parecendo tristes e cansadas, devido a extensa jornada de trabalho e à produção em larga escala dos produtos pela indústria feitos. Apesar da grande semelhança das ideias de Karl Marx e Tarsila, seus objetivos se diferem, pois Marx tem como objetivo criticar o tema e Trasila se preocupa em focar o lado social do movimento.

  120. Carolina Panzarin nº 40 2ºD ETECAP diz:

    Antigamente, as nações produziam seus próprios produtos, dependiam apenas da sua própria produção, e como diz na citação de Karl Marx, o mundo foi se tornando cada vez mais globalizado e as nações começaram a precisar dos produtos de outras nações, surgindo então a interdependência das nações. Com isso, cresceu o número de indústrias, precisando então de vários operários, e como podemos analisar no quadro, há operários de várias etnias cansados por terem que trabalhar muitas horas para conseguir sobreviverem no mundo capitalista onde as indústrias dominavam.

  121. Anónimo diz:

    Na citação de Marx ele explica que a sociedade, que a muito tempo se satisfazia com produtos nacionais, agora procuram novas demandas para se satisfazerem, ou seja produtos de outros países, mas para um país poder sustentar a demanda de sua própria região e de outros locais são precisos mais trabalhadores e mais fábricas, aumentando assim o capitalismo. No quadro Tarsila mostra a mistura de povos, mas todos operários e as fábricas no fundo, no meu modo de ver simbolizando o aumento do capitalismo e que ele afeta à todos.

    Rafael, Nº32, 2ºA

  122. Isabela Sestari ,Nº17 ,2ºB ETECAP diz:

    A obra de Tarsila do Amaral,uma renomada pintora do movimento modernista,nos mostra uma grande globalização,onde trabalhadores vindos de diferentes lugares tem como objetivo efetivar o mesmo trabalho,representado pela empresa ao fundo da tela.Na citação de Karl Marx ,um dos mais importantes autores modernistas,é feita uma critica a situação ,onde todos os povos são obrigados a serem iguais,unificados por uma força maior.Acho que a relação entre o quadro e a citação,na minha opinião, é que os dois fazem uma critica as maquinas e a industria.

  123. Thiago Vaz nº36 2ºA diz:

    Na citação de Marx, relaciona os trabalhadores a esse novo sistema vivido na modernidade. A primeira comparação que podemos ver entre o quadro e a citação é de que como citado: “desenvolvem-se um intercambio universal e uma universal interdependência das nações.” A globalização já começam a se fazer presente nesse sistema como podemos ver nessa situação, de vários países tendo um intercâmbio universal e as próprias nações tendo sua independência universal, já no quadro, também podemos ver esse aspecto de globalização como a grande miscigenação de povos reproduzidas no quadro.
    Já nessa outra frase: “E isto se refere tanto à produção material como à produção intelectual” , podemos ver que a produção material também é retrata no quadro de Tarsila, ao repararmos ao fundo, as fábricas e indústrias. Mas, como o nome do quadro diz, esses operários, a mudança que eles tiveram não foi só material, mas também intelectual, como dito por Marx. O próprio modo de se vestir e suas feições mostra que suas culturas e seus pensamentos forma totalmente mudados e que agora, podem pensar mais abertamente, como a entrada nesse mercado de trabalho dos operários de negros e mulheres, uma coisa que não era bem vista pela sociedade.
    Nessa outra frase de Marx: “As criações intelectuais de uma nação tornam-se patrimônio comum”, nos remete pensar que as criações intelectuais do ser humano, com a chegada dessa nova fase, também podem ser dos operários, e de todos, não importa qual a cor ou sexo, demonstrado de diferentes rostos e feições.

  124. Antonio Marinheiro nº03 2ºB diz:

    NAS PALAVRAS DE MARX, um dos lados do capitalismo industrial é: pessoas de culturas diferentes adorando iguais meios de sobrevivência, ou seja, um padrão universal de produção. O quadro da Tarsila retrata bem essa ideia, pois não passa de vários rostos de trabalhadores a frente de uma fabrica, todos parecendo iguais.

  125. Juliana Leme Finesse, nº 21, 2ºB - ETECAP diz:

    No quadro da Tarsila do Amaral podemos observar a miscigenação dos operários, como na citação de Karl Marx: “no lugar do antigo isolamento de regiões e nações auto-suficientes, desenvolvem-se um intercambio universal e uma universal interdependência das nações”.

  126. Ana Paula,nº04,2ºC diz:

    Segundo Karl Marx o capitalismo leva individuos de diferentes nações a uma padronização nos seus modos de vida . Esse processo onde as nações deixam de ser dependentes e começam a depender direta ou indiretamente uma das outras é chamado globalização e ela não só modifica o comercio,como pode modificar e influenciar a cultura de um povo.
    O quadro de Tarsila do Amaral e retrata pessoas de diferentes nações,com caracteristicas diferentes juntas,e atras delas, as industrias retratando junstamente esse processo de industrializaçãoe mostrando como ela interfere no modo de vida dos povos,levando a globalização.

  127. Letícia da Fonseca Antonino n° 23 2° D ETECAP diz:

    Na citação de Karl Marx, a globalização é vista como uma espécie de consequência da burguesia. O modo burguês de viver ( pensar, agir, comunicar, trabalhar) está, hoje na sociedade, completamente visível. Para a burguesia, as coisas são “monótonas”, ou seja, todos da sociedade, não importa raça, religião ou cor, tem que fazer a mesma coisa. A sociedade burguesa de hoje em dia, pode ser identificada, como uma FÁBRICA, onde os cidadãos são os OPERÁRIOS, fazendo um serviço igualitário e servindo à um modo de produção. Para Marx, as pessoas não se preocupam mais com as necessidades e sim com a produção. O mundo gira em torno da produção e é preciso um MODO e um ESTADO que possa controlar essa produção: a BURGUESIA. Como consequência, ocorrem contatos não apenas nacionais como antigamente, mais também internacionais, devido à essa gigantesca e violenta demanda de PRODUÇÃO. O nome para esses contatos: GLOBALIZAÇÃO.
    No quadro “Os Operários”, Tarsila do Amaral destaca exatamente isso. No quadro, aparecem pessoas com características físicas muito diferentes, porém com a mesma feição, o mesmo posicionamento. Isso demonstra um trabalho não flexível, uma INDUSTRIALIZAÇÃO ocorrida na vida daquelas pessoas. A indústria retratada atrás do quadro, demonstra, que hoje a sociedade é INDUSTRIALIZADA, ou seja, tudo gira em torno do comércio e consequentemente, do LUCRO ( CAPITALISTA).
    Um exemplo de que essa citação já vem com “força” a algum tempo, seria os autores estudados em sala de aula: UMBERTO BOCCIONI; ANTÔNIO SANT’ELIA, que eram futuristas italianos e já imaginavam que a exaltação da MÁQUINA, como uma celebração da tecnologia moderna.
    Porém, na citação de Karl Marx, o objetivo principal é mostrar para a sociedade o lado POLÍTICO e um tanto que ECONÔMICO do Modernismo. Já no quadro de Tarsila do Amaral, seu objetivo principal é retratar a vida socil e a SOCIEDADE da época, durante tanta influência.

    Letícia da Fonseca Antonino n° 23 2° D ETECAP

  128. Melissa Sena da Silva; n° 26; 2D; ETECAP diz:

    O comentário que Marx fez, diz que uma nação se tornou interdependente da outra, ou seja, o modernismo trouxe com ele também uma forte globalização, e foi isso que Tarsila do Amaral mostrou na obra dela, como no trabalho , na industria, existem todos os tipos de pessoas, trabalhando uma ao lado da outra, mesmo com suas diferenças, e o quadro dela também traz uma reflexão de como os rostos estão cansados, e isso nos leva a pensar que eles trabalhavam muito pra poder acompanhar o ritmo que a burguesia impunha sobre os trabalhadores

  129. Mariana Mazin - nº 25 - 2ºB - ETECAP diz:

    A citação de Karl Marx nos faz refletir que, através do capitalismo, criou-se um intercâmbio universal entre diversos grupos de pessoas com diversas etnias. Esses diversos grupos de pessoas com diversas etnias acabaram sendo influenciados pela da burguesia (devido a burguesia visar sempre obter mais lucros, fazendo com que todos passem a seguir essa visão, tornando-se burgueses).
    O mesmo ocorre na obra de Tarsila Amaral, pois os diversos rostos simbolizam os operários que trabalham nas fábricas localizadas ao fundo da imagem. Contudo, essas fábricas simbolizam um desenvolvimento do capitalismo comandado pela burguesia.
    Ou seja, todos os grupos de pessoas, independente das etnias ou diferenças, são obrigados pela burguesia a seguir seu modo de produção, para conseguir um lucro (salário) no final do mês,.

  130. Lais Bulgarelli, N° 19, 2° E - Etecap diz:

    Karl Marx em sua citação faz uma pequena análise crítica do Capitalismo. Subjugando a modernidade, ele diz que com o aumento da demanda e procura, as nações foram unificando-se por um ideal: o capital. Todos eram obrigados a conviver com o sistema de vida burguês para sua própria sobrevivência, indo contra costumes, religiões, tradições. O quadro de Tarsila do Amaral problematiza principalmente essa ideia, o fato de diversas raças estarem juntas, lutando por si mesmas, com desgosto pela vida e tendo de se submeter a um modo de vida que não fora escolhido por elas.

  131. Ananda de Sousa n°03 2°A - ETECAP diz:

    A citação feita por Marx está diretamente ligada ao modo de produção burguesa, que faz com que pessoas com diferentes costumes e tradições sejam obrigadas a aceitar esse sistema capitalista/burguês como uma forma de sobrevivência e aprender a conviver com ele. Pessoas de diferentes religiões, raças e costumes tinham de viver em conjunto, trabalhando em conjunto apenas para enriquecer os burgueses. Já quadro de Tarsila do Amaral retrata também um pouco desse cotidiano e me faz lembrar muito ao modo de produção conhecida como fordista, onde cada indivíduo tinha a sua tarefa pré-determinada, ele não tinha que pensar, questionar ou criar qualquer opinião, apenas fazer a seu trabalho monótono e cansativo, fazendo a pessoa se tornar sem opinião ou expressão própria, exatamente como a Tarsila mostra em seu quadro: pessoas sem expressão, cansadas e exploradas pela burguesia capitalista.

  132. Bianca Akemi, nº40, 2ºB, ETECAP diz:

    Tanto Karl Marx como Tarsila do Amaral, mostram que com o o sistema de produção fordista, povos de diferentes regiões e culturas, estão sendo controlados pelo trabalho, ou seja são forçados a trabalhar em uma máquina onde cada um será responsável por uma única seção de trabalho, isso faz com que o trabalho se torne enjoativo e de rotina. Isso explica as expressões nos rostos de cada pessoa no quadro retratado.

  133. Amanda - N¤ 02 - 2¤ B diz:

    Com a modernidade surgiu uma nova realidade, onde existe a necessidade de contado entre diferentes nações, criando assim uma cultura universal. A burguesia aproveita essa nova civilização para controlar todas as nações, até mesmo as mais barbaras, como afirma em sua citação, Karl Marx. E o quadro de Tarsila do Amaral demonstra isso, apresentando diferentes pessoas, de diferentes costumes, unidas pelo trabalho.

  134. Luis Gustavo , n°19, 2°E ETECAP diz:

    Refletindo sobre a modernidade a citação de Marx, que diz que a burguesia, com a evolução que ouve em sua produção os forçou a ter de arrastar para sua civilização os pobres ou bárbaros por assim dizer, que então quando seus produtos baratos derrubaram a china que então fez os barbaros se renderem mais facilmente ao podério burguês, se tornando assim um todo junto da burguesia.
    E o quadro de Tarcila do Amaral tem uma semelhança muito grande com o que marx disse. O quadro tem o título de operarios que como Marx disse “Em uma palavra, cria um mundo à sua imagem e semelhança” ele mostra a imagem e a semelhança do modo burgues de produção, que todos se uniram.

  135. BIanca Carrari, nº5, 2ºB diz:

    No quadro de Tarsila do Amara é claramente possível ver o Vários povos diferentes, sendo controlados pela mesma coisa, o trabalho escrava e a condenação das maquinas.Assim como o texto diz “a burguesia arrasta para a torrente da civilização todas as nações, até mesmo as mais bárbaras”, e essa “civilização” se espalha pelo mundo, e ainda ameaça quem resiste a ela.
    E ainda o quadro ainda mostra mais um defeito desse sistema, os operais estão infelizes, ou seja, alem de tudo os lideres do sistema humilham seu funcionários, sendo que estimulação e auto estima produziria muito mais do que um sistema de produção fordista.

  136. Camila Tiene Nº1 2ºE ETECAP diz:

    A citação de Karl Marx está diretamente ligada ao modo de produção burguesa, onde todas as pessoas são obrigadas a interagir embora tenham diferentes costumes, para acompanhar a modernidade e o sistema capitalista. E o quadro de Tarsila do Amaral me faz ver mesmas expressões fisionômicas em diferentes pessoas, lembrando assim o modo de produção fordista o qual as pessoas eram treinadas a executar tarefas pré-determinadas e não pensar e questionar as mesmas, fazendo assim com que todos ficassem sem opinião e expressão própria. Portanto faziam com que diferentes raças trabalhassem juntas nas industrias para acompanhar e sobreviver a modernidade no mercado já que era uma em uma época de total exaltação a máquina.

  137. Matheus de Matos Ferreira nº 28 2ºB diz:

    No quadro de Tarsilla do Amaral é perfeitamente visível a não-presença de uma só etnia fazendo uma ponte à citação de Marx sobre intercâmbio universal: “..desenvolvem-se um intercambio universal e uma universal interdependência das nações.”. Isso mostra perfeitamente o conceito de “povos civilizados” que se criou nessa época, fazendo até os modos de produção dos povos mais bárbaros se enfraquecer e ceder às necessidades agora impostas por este novo modo de produção burguês forçando-os à mudança e criando uma certa diversidade étnica vista no quadro.

    • Matheus de Matos Ferreira nº 28 2ºB diz:

      Não sei se posso fazer isso mas COMPLEMENTANDO O QUE EU DISSE NO ÚLTIMO COMENTÁRIO…
      Os povos dominados por este sistema não só cedem às necessidades de trabalho ( o desenvolvimento dos instrumentos de produção e a especialização nas fábricas ) que os forçam a ser dessa classe vista no próprio título do quadro, a classe operária, como também os fazem pensar como o sistema quer que eles pensem, ou seja, de modo burguês. Isso pode ser visto claramente no quadro, notando as feições dos operários, que, apesar das diferenças visíveis étnicas ainda assim expressam uma só idéia, comum entre todos.

  138. Márcia n°:25 2°D Etecap diz:

    Nessa citação, Karl Marx começa enfatizando um mundo onde os costumes, a cultura, as mercadorias, tudo é padronizado, unificado, o que seria praticamente uma “aldeia global”, ou seja, um mundo globalizado capitalista. No quadro “Os Operários”, Tarsila do Amaral faz referência a essa ideia de globalização, pois na pintura pode-se observar várias pessoas, várias etnias, em um mesmo local, fazendo a mesma coisa, etc. Porém, Marx também tenta fazer uma crítica, colocando qual o papel dos operários e trabalhadores na atualidade, e no quadro, Tarsila expressa a ascenção social e política destes.

  139. Luísa nº28 2ºC diz:

    A citação de Karl Marx diz que as mais diferentes nações estão sendo influenciadas pela primeira Revolução Industrial. Pessoas dos mais diferentes lugares, origens, características estão adotando o chamado modo de produção burguês. A industria e o, na época inédito, Fordismo obrigam o mundo a se industrializar. Marx também afirma que pessoas de nacionalidades diferentes estão se juntando em fábricas, na tentativa de acompanhar esse novo modo de vida. No quadro de Tarsila do Amaral, esse mistura e nacionalidades e etnias é evidente. Mostra como dentro de uma única fábrica encontramos tantos operários diferentes. Enquanto a citação de Marx é mais crítica, o quadro de Tarsila abrange um campo mais social.

  140. Marina Barijan, nº27, 2ºA, ETECAP diz:

    Na citação de Marx ele fala da universalidade das nações, não só materiais, mas intelectuais também, como uma união de ideias. “As criações intelectuais de uma nação tornam-se patrimônio comum.” Vemos que com o surgimento de grandes indústrias e produções em série, as pessoas passam a ser, fazer e pensar em massa, sempre a mesma rotina de trabalho. O Fordismo. É isso que vemos no quadro de Tarsila, pessoas diferentes, como se fossem de etnias diferentes, sérias e focadas em seus trabalhos.

  141. Juliana Fidelis, nº 22 , 2ºC , ETECAP diz:

    Karl Marx nos mostra que com o avanço da sociedade, a burguesia ‘influencia’ diferentes civilizações a adotar um modo padronizado, controlando os meios de produção, unificando, e as que não seguissem essa ideia, seriam excluídas, “cria um mundo à sua imagem e semelhança”.
    O quadro ‘ Operários’ de Tarsila do Amaral, mostra um pouco dessa mesma ideia de Marx, diferentes civilizações, já que retrata vários operários, lado a lado, com feições distintas e uma fabrica ao fundo, logo, a globalização, industrialização e um certo padrão no modo de trabalho, imposto pela burguesia.

  142. Gabriel nº10 2ºA ETECAP diz:

    O quadro simboliza, em primeira análise, operários à caminho das fábricas onde irão trabalhar para sustentar o regime que os emprega, em segundo momento, pode-se verificar que não há a predominância de nenhuma etnia ou nacionalidade entre os trabalhadores simbolizando assim o “universalismo” e “internacionalismo” aos olhos da burguesia, em terceiro momento, temos a essência metafísica do quadro, o modernismo brasileiro foi marcado pela visão de se “devorar” a arte estrangeira, e criar-se uma arte legitimamente nacional, ou em outras palavras, a ideia de que a arte não depende das nações e existe como patrimônio comum.
    As partes ressaltadas no primeiro parágrafo são as que fazem as melhores pontes entre o quadro e o texto de Marx, espero (embora não tenha sido) ter conseguido ser claro na linguagem do texto.

  143. Maria Luiza Andreani n° 25 2° E diz:

    A burguesia, segundo Marx, acaba por arrastar todas as nações que não seguem o estilo burguês, controlando não só o meio de produção, mas também as culturas e idéias. Se uma nação se opõe por exemplo,ao meio de produção impostos pela burguesia,estará fadada ao fracasso, pois será sobrepassada pelas outras nações que estão “padronizadas” e exatamente por terem esse “padrão”, excluirão a nação “dissidente”.
    Tarsila do Amaral em seu quadro retrata parte dessa idéia de Marx, mostrando um mundo em que muitas pessoas de diferentes etnias trabalham no mesmo local: a Industria, com isso se faz referencia a universalização de costumes,meios de produção etc.

  144. Fernanda Santos - nº13 2ºB - ETECAP diz:

    O modernismo brasileiro foi um grande movimento cultural que refletiu nos artistas brasileiros, principalmente na literatura e nas artes plásticas. No texto Marx diz “…a burguesia arrasta para a torrente da civilização de todas as nações…”, e no quadro da Tarsila do Amaral, podemos ver essa diversidade dos trabalhadores, quando falamos de nacionalidade. E também podemos perceber que ambos os autores fazem a exaltação à máquina e à indústria, que é uma característica muito marcante no modernismo.

  145. Mayara, nº 43, 2ºD, Etecap diz:

    A citação de Karl Marx nos mostra que com a industrialização, o modo de vida da sociedade ficaria padronizado, independentemente do lugar onde um indivíduo vive. Isso é o que hoje chamamos de globalização. As nações deixam de ser independentes e criam vínculos uma com a outra, através do comércio por exemplo. E isso interfere não só no modo de produção, mas também interfere na cultura de um povo.
    O quadro “Operários” de Tarsila do Amaral nos mostra isso. Podemos ver pessoas de diferentes etnias juntas, e, logo atrás delas, podemos ver as indústrias. Ou seja, esse quadro tem tudo a ver com a citação de Marx porque retrata a industrialização e suas interferências na cultura dos povos.

  146. José Augusto, Nº 44, 2º C, ETECAP diz:

    Karl Marx e Tarsila tem um pensamento em comum, apesar de distancia e épocas diferentes, os dois chegam na conclusão de que independente de sua etnia ou região, a produção é uniforme, com os meios de comunicação e os de transporte facilitou para a burguesia os seus produtos serem vendido no mundo inteiro. E no quadro isso está explicito pois mostra pessoas de várias etnias e no fundo uma industria. Um bom exemplo é a China, como a mão de obra é barata, coisas e mais coisas são fabricados lá e vendidas no mundo inteiro.

  147. Julia Oliveira. número 20. 2ºB ETECAP diz:

    O Movimento Modernista nasce da “necessidade” do novo, exaltando a fábrica, influenciando sem sobras de dúvida, na literatura, nas artes, no modo e na perspectiva de vida das pessoas. A industria e a máquina proporcionam a sagacidade nos processos, a padronização(ligada ao cubismo), e ao mesmo tempo leva a toda população de forma abrupta, pejorativa e subliminar o seu modo de produção, usando algumas artimanhas como meio de dominação. Marx aponta essa mundialização e relaciona com a perda da identidade regional, bem como um padrão. Tarsila do Amaral mostra essa sociedade, ai representados pelos trabalhadores, envolta a máquinas, industrias e embebidas no sistema capitalista.

  148. Mariane Espildora Santolaia nº26 1ºE diz:

    A citação de Karl Max e o quadro de Tarsila do Amaral, consistem em mostrar a Chegada da Modernidade, que desenvolve um intercâmbio universal e uma universal interdependência das nações, ou seja, junto com a Modernidade veio também o avanço da tecnologia, criando competições mediante o comércio de vários países, e o que vendesse produtos mais em conta, obviamente sairia na frente. Sendo assim, o mundo burguês de produção é adotado obrigatoriamente por todas as nações.
    O quadro de Tarsila do Amaral relaciona-se muito com a citação de Max, por mostrar a consequência da chegada da Modernidade em relação aos operários que trabalham em indústrias, e sem querer exaltão as máquinas.

  149. Jaqueline de Lima Munhoz 2°D Etecap n° 23 diz:

    A obra de Tarsila nos mostra o rompimento com os padrões europeus, mostra a diversificação da população .A citação de Karl Marx reflete isso, com o auge da burguesia não havia mais padrões a serem seguidos, o mundo pode se comunicar, a globalização levou a COMUNICAÇÃO UNIVERSAL, e ao mesmo objetivo de trabalhar operando máquinas em nome do consumo e da sobrevivência.O centro urbano transformava- se em uma selva de máquinas.

  150. Caio, nº5, 2ºano C diz:

    Karl Marx deixa claro que com a industrialização e com o capitalismo industrial, se desenvolve também um “intercambio universal” abandonando aquela ideia de regiões e nações auto-suficientes. E isto somado ao aperfeiçoamento dos instrumentos de produção e o constante progresso dos meios de comunicação, faz com que a burguesia arraste para a torrente da civilização todas as nações.
    Aos poucos a burguesia obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção para se manter de pé.
    O quadro de Tarsila é, na verdade uma releitura de um quadro do russo Hans Baluschek (1900), onde ela consegue retratar bem a sociedade moderna e o tal “intercambio universal” de Karl Marx, pintando vários rostos de diversas pessoas de etnias diferentes.

  151. Marcela Trindade, n°24, série: 2°E - ETECAP diz:

    Karl Marx em sua citação nos apresenta uma visão sobre o movimento modernista, em que não se valoriza mais o produto interno como antes, havendo uma procura e uma certa ”necessidade” em produtos externos, movendo assim, um mercado globalizado. Esse mercado burguês não se resume somente a indústrias e a matéria em si, mas também a ideologias, cultura; onde buscam a união de todos se baseando em seus princípios e os impregnando na sociedade como novo modo de vida.
    No quadro de Tarcila há a representação de uma indústria ao fundo e operários distintos a frente (principais características do modernismo). Podemos associar as duas obras em seus contextos baseados na filosofia do movimento de que a globalização seria, de certo modo, necessária para o bom desenvolvimento de uma sociedade, feita pelos operários e regidos por um mercado burguês.

  152. a citação se prova verdadeira no quadro, pois a artista e o autor, mesmo vivendo geograficamente separados, têm o mesmo ponto de vista quanto à modernidade: cada vez mais a humanidade tem a tendencia a se unificar. Idéia expressa no quadro, que coloca diferentes culturas sob a mesma situação, e na citação, em frases como “No lugar do antigo isolamento de regiões e nações auto-suficientes, desenvolvem-se um intercambio universal e uma universal interdependência das nações” e “das numerosas literaturas nacionais e locais nasce uma literatura universal.”

  153. Jeniffer da Silva , N°18 , 2° D , ETECAP diz:

    Na citação de Karl Marx , vemos que ele retrata a relações que as diferentes sociedades passam a ter tanto intelectualmente quanto no seu modo de produção , mostra também a necessidade de substituir o antigo o que era subjetivo por novas ideias que fossem permanentes que levassem ao progresso , que são principais características do modernismo.Trazendo também o interesse burguês através do capitalismo , da produção em massa, utilizando novas tecnologias. No Quadro ” Operários “, traz a ruptura de patroes ,mostra a nova forma da sociedade se organizar e também o processo de industrialização que esta ocorrendo na sociedade.

  154. João Victor Bueno da Silva nº19 2D diz:

    O modo burguês de viver, tando as ideias quanto a cultura etc, padroniza e uniformaliza, de certo ponto, o mundo, fazendo assim as sociedades se homogenizarem de certa forma, notem que todas as nações capitalistas, apesar de terem suas peculiaridades têm várias coisas em comum.
    Isso faz com que as sociedades se pareçam em ideias, modo de produção e de consumo, é o que chamamos de globalização. Notem que no quadro de Tasila, as pessoas apresentão feições diferentes, isso por que no mundo moderno e globalizado quase não há identificação de nação pura, isso por que o sistema atual impõe mudanças de local visando o trabalho, e o sistema não vê cada operário como apenas mais um, por isso mão-de-obra é mão-de-obra independente da etinia.

  155. Tarsila, n°: 35, 2°B, ETECAP diz:

    Karl Marx foi um filósofo e um dos autores da Modernidade. Tarsila do Amaral foi uma pintora que pertenceu ao grupo modernista brasileiro, juntamente com Oswald de Andrade e outros artistas brasileiros. Karl Marx, nesta citação, ao meu ver, faz uma crítica a esta situação, onde forças produtivas tornam-se capazes de atender todas as necessidades da sociedade, havendo uma globalização e unificação de ideais. O quadro de Tarsila do Amaral mostra a industrialização, migração de trabalhadores (intercâmbio universal), o capitalismo industrial, trabalhadores explorados. O ponto em comum seria esta exposição de características de um mundo globalizado, capitalista.

  156. Mateus T., nº28, 2ºA - Etecap diz:

    Marx em sua citação fala como, por exemplo, os costumes de um povo, tanto quanto sua produção material como à produção intelectual, viraram uma coisa comum.
    Sem a diversificação que antes acontecia no mundo. Fala sobre a burguesia e como o capitalismo, que vem forte, consegue abranger todos da sociedade e facilmente tomar conta dela, como podemos ver em uma trecho de sua citação: “ela obriga todas as nações a adotarem o modo burguês de produção, constrange-as a abraças a chamada civilização, isto é, a se tornarem burguesas”.
    No quadro “Operários” de Tarsila do Amaral, nós podemos ver a grande diferença, variedade étnica, apresendada, porem, todos estão no mesmo estado, com as mesmas funções, como se todos fossem iguais.. não há uma diferenciação, notamos também uma representação de fábrica, ao fundo, mostrando exatamente o que Marx dizia, a globalização e a industrialização.

  157. Gabriel Silvano Ramirez nº9 2ºE diz:

    Karl Marx em sua citação afirma uma mundialização da cultura subjugada aos interesses da classe burguesa , Marx denuncia um processo de universalização , unificação dos costumes , das ideias , dos ideais de forma a seguir aquilo que prega o modelo capitalista , de forma a adotar o modo de produção burguês , de se submeter ao processo globalizador , acabando assim com todo e qualquer regionalismo , com toda e qualquer identidade nacional , para que haja assim um mundo unificado , um mundo globalizado ; onde manda aquele que possui os meios de produção , onde o poder está nas mãos da burguesia capitalista, na qual não existe mais igualdade , e é exatamente ai que as ideias de Marx coincidem com as expressas por Tarsila do Amaral . A obra de Tarsila faz alusão à unificação , à mundialização do modelo civilizatório burguês , apontado por esta como sendo as várias etnias encontradas juntas sob um mesmo cenário , um cenário em que se destaca a presença de fábricas , indústrias , símbolos estes da sociedade capitalista que se tornou padrão no mundo . Tarsila , assim como Marx , nos mostram o mundo que se criou com o advento da sociedade moderna , o mundo globalizado , capitalista .

  158. Janaina Gomes, nº 14 2ºA ETECAP diz:

    Ambos são modernistas. No quadro está retratado a diversidade cultural da população paulistana, com rostos sérios, representando o duro trabalho nas fábricas e as péssimas condições de trabalho,logo atrás estão retratadas fábricas, que representam a revolução industrial pela qual São Paulo estava passando. Podemos relacionar o quadro á citação de Marx de modo que, os operários são submetidos a tais condições devido a imposição da burguesia ao modo burguês de produção, querendo que todos adotem esse sistema, trabalhando duras horas, de modo que uma parte do que é produzido pelo trabalhador fica para o burguês, ou seja, o dono da propriedade.

  159. Júlia Marcelly Prates, nº17, 2º E - ETECAP diz:

    Na citação nos mostra que quando a sociedade parou de ser isolada e auto suficiente, o comércio universal entrou em ação, criando uma ligação e uma mistura entre as nações. Com a evolução do comércio e tudo mais a burguesia começou a aumentar. Essa citação de Karl Marx foi com o objetivo de criticar toda essa situação.
    O quadro da Tarsila do Amaral nos mostra essa diversificação entre as nações, mas seu objetivo não é criticar e sim nos atingir de uma forma social. Apesar de muito parecidos seus objetivos são diferentes

  160. Felipe Okuma, n°9, 2°A, ETECAP diz:

    Karl Marx mostra que com o rápido aperfeiçoamento do capitalismo industrial a necessidade das pessoas em ter contato com novas e diferentes criações proporcionou com que fosse criado um intercambio entre as nações, e isso fez com que a burguesia influenciasse diversas nações a se tornarem um todo, ou seja, se tornarem burgueses. A obra de Tarsila do Amaral, que fez parte da segunda geração modernista do Brasil (1930-1945), retrata muito bem esta “universalização”, pois na imagem é possível notar a presença de diversos povos espalhados aleatóriamente, o que retrata bem o intercambio universal citado por Marx. Apesar de grande semelhança entre as obras, a também divergências, pois no meu ver a obra de Karl Marx tem um objetivo mais crítico e a de Tarsila do Amaral uma temática mais social.

    • Anónimo diz:

      Leticia Moraes Dia 2D n°38 Etecap
      O quadro retrata a diversidade etnica,trabalhando em uma fabrica,estao ligados pelo comercio.
      Marx critica a globalizacao e as nova necessidades.
      Tarsila mostra atraves de sua arte a modeenidade,os rostos cansados por causa do esforço para acompanhar a evolução do mundo.Os dois nos leva a refletir sobre o capitalismo

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